"descapando" discos de rock, sempre em listas top 10 | por Ziegler, Zé Mário e Lex

Arquivo para outubro, 2011

15 anos DEPOIS

Na última terça-feira, dia 18, fui surpreendido pela PRAZEROSA informação de que Stone Roses voltou com a formação clássica. A banda é de Manchester e foi precursora da mistura rock’ n’ roll com acid house, no final dos anos 80.

TIME CHANGES EVERYTHING. Entre disputa judicial com gravadora, discussões internas e problemas de saúde, o tempo foi o santo remédio. Quinze anos passaram e a disposição é igual a de início. Turnê mundial e disco com inéditas estão por vir. Dedico o post a Reni, Mani, Ian Brown, John Squire e seus projetos.

1. The Stone Roses – 1989

O disco de estréia tem lugar garantido na história da música. Mérito também a postura de Ian Brown, copiada às avessas pelos irmãos Gallagher, fãs declarados. Stone Roses emplacou cinco singles: “Elephant Stone”“Fool’s Gold”, “I Wanna Be Adored”, “I Am The Resurrection” e “She Bangs the Drums” (video).

MUITO ecstasy, MUITA água para resfriar os neurônios e BOA música fizeram a cultura dance, no começo dos anos 90. “Fool’s Gold” fez a diferença.

 

2. Second Coming – 1994

Entre o primeiro e segundo discos aconteceu desgastante briga com gravadora, o que os impediu de lançar qualquer novidade. Quando Second Coming chegou as lojas a atenção à banda havia diminuído e os desentendimentos internos aumentaram, resultando na saída do baterista Reni e do guitarrista John Squire.


Ten Storey Love Song

Em 1994 a cena musical na terra da rainha era outra, o Brit-pop reinava nas paradas e as guitarras ganharam maior peso.


Love Spreads

3. The Seahorses – Do It Yourself – 1997

Primeiro projeto de John Squire pós-Roses. Depois da turnê mundial com Oasis, a banda entrou em estúdio para gravar o esperado segundo disco. Depois de pronto as famosas diferenças artísticas irreconciliáveis entre Chris Helme, vocalista, e Squire aumentaram e The Seahorses morreu na praia. O material gravado nunca foi lançado.


You Can Talk To Me

4. Ian Brown – Unfinished Monkey Business – 1998

O primeiro trabalho solo de Ian Brown foi considerado mediano pela crítica. Os riffs de guitarra, baixo e bateria de sua antiga banda fizeram falta. Também há bons momentos e identidade própria, como em “My Star”.

EXTRA 1: UNKLE – Be There – 1999

5. John Squire – Time Changes Everything – 2002

Em suas duas bandas anteriores John Squire tocava apenas guitarra. Neste o vocal também é de sua responsabilidade. As referências são os anos 70, folk music, Bob Dylan e The Rolling Stones.

6. The Shining – True Skies – 2003

Quando The Verve acabou, em 1999, o baixista Simon Jones convidou alguns amigos para escrever e gravar novo material, entre eles estavam Simon Tong, guitarrista de sua antiga banda e John Squire. O nome escolhido para o projeto foi em homenagem a obra de Stanley Kubrick.


Quicksilver

7. John Squire – Marshall’s House
2004

Disco conceitual inspirado na obra de Edward Hopper.

NIGHTHAWKS é um dos trabalhos mais conhecidos do artista

EXTRA 2 – Harry Potter And The Prisoner Of Azkaban

Ian Brown fez participação em Harry Pottere o Prisioneiro de Azkaban. Ele está mexendo a colher da vasilha de sopa, lendo A Brief History Of Time.


Atenção aos 6 segundos do vídeo.

EXTRA 3 – UNKLE – Never, Never, Land
2004

8. Ian Brow – The World Is Yours – 2007

Disco gravado com várias participações especiais. Algumas são: Steve Jones, na guitarra e Cook Paul na bateria, dos Sex Pistols; Paul Ryder no baixo, de Happy Mondays e Sinead O’Connor em “Illegal Attacks”.

9. Freebass – Two Words Collide –  2010

Super banda formada em 2005 pelos baixistas Peter Hook, ex-New Order; Andy Rourke, ex-The Smiths e Mani. A primeira gravação que eles fizeram foi “The Tower”, música instrumental que serviu de trilha para o programa de televisão The Tube. Muitos duvidaram que três instrumentos iguais e juntos dariam certo, mas no começo de 2010 dezessete músicas estavam prontas. Atualmente Andy Rourke é DJ em Nova Iorque, Peter Hook e Mani brigaram, mas continuam “amigos”.

10. Primal Scream – Screamadelica
1991

Mani não gravou Screamadelica, mas tocou baixo na turnê comemorativa de 20 anos do clássico. Assisti o show em São Paulo. Algo o incomodava no início da apresentação, ou o ar condicionado no palco ou a luz muito forte em sua direção. Sobre a apresentação, em uma música: “HIGHER THAN THE SUN”.

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No primeiro semestre de 2012 teremos o festival Lollapalooza, em São Paulo. Não seria NADA MAL a banda ser uma das atrações, não? Até quarta que vem.
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Para ler as edições anteriores clique aqui.

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Bizarro…e mal gosto

CAPAS BIZARRAS E DE MAL GOSTO – POR ZÉ MÁRIO

Eu Comecei a pesquisa do post desta Sexta sobre capas com mensagens subliminares e/ou capas que tenham alguma história interessante por trás delas. Mas não, comecei a busca no santo google e estas pérolas saltaram na frente. Pois bem, temos uma lista das dez capas com bizarrices. Umas com histórias, outras não. Vamos lá!

The Louvin Brothers – Satan is Real

Estes dois irmãos surgiram no Alabama e no início da carreira cantavam músicas gospel. Em 1959 eles lançaram esta pérola de capa. Seis anos depois um deles morre. Será que é obra do cão tinhoso? Vamos ouvir a faixa Satan is real:

Richard & Willie – Funky Honkey, Nasty nigger

Richard Sanfield era realmente um famoso Ventriloquo, e suas apresentações tinham conteúdo adulto. Nada melhor que uma capa dele recebendo um sexo oral com dois bonecos olhando não?!

Reverendo Danny Nance – Jesus and Superman

 Bem, o pessoal do South Park se acha o máximo em zuar Jesus não?! É melhor eles tomarem cuidado, pois estou começando a achar que o Super Man tem algum parentesco (talvez irmão. Será?!)

Paddy Roberts – Songs for gay dogs

Eu até agora estou tentando entender como seria uma música para “cães gays”. Bem, vamos ouvir (pulem para os 2:40 min do vídeo, antes ele fala pra caramba):

Mike Crain – God’s power

Com a força de Deus ele quebra os blocos ou os abençoa? Num sei, estou confuso!

Barry Louis Polisar – I eat Kids

Rafinha Bastos pode agora falar que já tem precedentes para o que ele disse, e pelo jeito Barry Louis Polisar não foi punido… será que ele também teceria comentários sobre a Wanessa Camargo?! Vamos ver o palhaço cantando:

Los de Cache – La chupadita

Vocês imaginam os resultados que encontrei até achar algum vídeo dos engraçadinhos que colocaram esse título no disco? Vamos de “La chupadita”. não precisa tirar as crianças da sala.

Manowar – Anthology

Com esta capa máscula, este álbum em 1984 entrou para o guinnes book como a performance mais barulhenta. Vamos ver a “potência” da música:

Chad Morgan – Song book

Eu fiquei me perguntando porque esta pessoa queria aparecer tanto na capa do próprio disco, já que sua imagem não é muito “vendável”. Bem, aí eu vi o vídeo, e também pensei que esta seria a canção para o cão gay de Paddy Roberts:

Para fechar esta sexta, mostro-lhes o quanto a mulher não é frágil. Enquanto homens pegam bois pelos chifres, ela pesca tubarão com as mãos. Sem mais palavras.

Boa sexta para todos. Vejam meus posts anteriores aqui.

uns GANHAM, outros…

… PERDEM. Os Jogos Pan-anamericanos de Guadalajara tiveram início dia 14 de outubro. Até agora a delegação brasileira ocupa segunda posição, no ranking geral, em conquista de medalhas. Mérito.

Esporte também é tema explorado em capa de disco. Os layouts escolhidos para o post abordam modalidades disputadas no Pan, em Olimpíada, Copa do Mundo, entre outras competições. Se o resultado ficou digno de medalha, isso é outra discussão.

1. Tênis de Mesa


2. Golf


3. Patinação

4. Luta

5. Boliche


6. Baseball

7. Motociclismo

8. Rugby

9. Futebol Americano

10. Ski

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Os vídeos das edições anteriores foram arrumados. A princípio todos funcionam normalmente. Obrigado Santo Viddler pela graça alcançada.

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Para ler o que foi publicado antes, clique aqui. Até semana que vem.

Legião Urbana

Neste mês completam-se 15 anos da morte de Renato Russo, o mentor da banda brasiliense de rock Legião Urbana.

Semana passada, quando comentei com um amigo sobre este blog e mais especificamente este post, ele de imediato soltou: Legião Urbana é uma merda!

Por que as pessoas odeiam Legião Urbana?

Me parece que criou-se um senso comum onde é extremamente bacana e descolado dizer: Legião Urbana é uma merda!!
Sabe aquela rapaziadinha que forma rodinhas na Augusta, que conheceu rock com Guns n’ Roses e Nirvana e enchem o peito prá dizer: Eu curto Chico Buarque!!

Bom, gosto do Chico e amo Legião. Cresci ouvindo e depois de muitos anos ouvindo, lendo e aprendendo rock, enxergo perfeitamente a importância de sua obra.
Muitos dizem: ahh…é cópia de Neil Young e Bob Dylan. Como se influência fosse algo negativo. O próprio Renato confirmava: Passo o dia inteiro ouvindo The Smiths…é óbvio que quando eu for compôr algo, esse algo vai soar o que eu escuto! 

Mas a rapaziadinha ama Strokes, Radiohead, Oasis e Nirvana… e fuma por tabela Rolling Stones, New Order e Iggy Pop. Gringo é influência, brasileiro é plágio.
Tudo é decorrente de alguma coisa em algum momento, ninguém inventou nada. Só os Beatles.

Legião Urbana é rock n’ roll sim, e dos bons!!

A banda possui em sua discografia 12 lançamentos oficiais, sendo 8 de estúdio, 2 especiais e mais 2 ao vivo. E alguns singles (algo raro para uma banda brasileira, já que este formato nunca deu certo aqui em nossas terras)
Renato Russo em vida lançou dois solos. Depois vieram mais três póstumos.

Vamos as 10 capas escolhidas para este post:

Dois

Uma capa extremamente simples, assim como todas da Legião. Marrom com o nome em alto relevo

Música p/ Acampamentos

Lançado em 1992 durante a turnê de “V”, é uma compilação de registros ao vivo e gravações para TV e rádio

Que País é Este

Era pra ser Mitologia e Intuição, depois Mais do Mesmo, e acabou levando o título da canção que abre o disco. Um apanhado de sobras do Dois e músicas da banda Aborto Elétrico

Uma Outra Estação

É o disco póstumo da Legião, lançado meses após a morte de Renato Russo. Na capa uma belíssima ilustração de Marcelo Bonfá (baterista da banda)

The Stonewall Celebration Concert

Primeiro disco solo de Renato Russo. É uma homenagem do cantor a grupos gays que fizeram um importante protesto num bar em Nova Iorque. Rebelião de Stonewall deu origem aos movimentos de orgulho GLBT que conhecemos hoje

V

O mais sombrio de todos os discos, lançado em 1991 traz Metal contra as Nuvens de longos 11 minutos.

Equilibrio Distante

Treze canções italianas. Na capa desenhos infantis do Pão de Açúcar, Maracanã, Coliseu e a Torre de “Pizza”. Não seria Pisa?? Sim, é que os desenhos foram feitos pelo filho de Renato, Giuliano Manfredini.

Como é que se diz eu te amo

Da turnê O Descobrimento do Brasil saiu a gravação deste ao vivo feita no Metropolitan no Rio de Janeiro. Um encarte em papel vegetal e o ingresso estampado

As flores do mal

Single do disco Uma Outra Estação.

La Forza della vita

Single do disco italiano de Renato.

Extras:

Andrea Doria (ao vivo)

Legião Urbana no Rock in Rio

Faroeste Caboclo – O filme

Novidades

NOVAS BANDAS, NOVOS DISCOS – POR ZÉ MÁRIO

Olá pessoal, como vai a sexta de vocês? Hoje mostrarei algumas bandas novas (pelo menos para mim eram desconhecidas) e discos novos de bandas que já conhecia, para renovar o que a gente ouve, não é? Pois bem, vamos lá!

Nitrominds – Looking for a hero

conheço já o trabalho do nitrominds, mas na expomusic eu vi essa capa rolando pra lá e pra cá. achei a arte muito boa. andei ouvindo o disco e gostei da faixa título do álbum, Looking for a hero:

Björk – Biophilia

A cantora mais famosa do Alaska lança mais um disco, com capa bem surreal com cores fortes. Gostei muito do ícone criado. a faixa “moon” ganhou um clipe. veja a excêntrica cantora tocando seu cinto-harpa:

Beady Eye – Different gear, still speeding

Beady eye é uma das principais atrações do Planeta terra, que vai rolar no Playcenter em novembro. seu disco de estréia. Em alguns momentos parece-me que o Oasis só trocou de nome, pois é muito semelhante o som. Veja isso com a faixa Sons of the Stage:

Super heavy

Mais um supergrupo surge, tendo em sua formação Mick jagger, Joss Stone, Dave Stewart, Damian Marley e A. R. Rahman. a faixa Miracle worker teve forte influência reggae do Damian Marley. Veja:

Parceria do Metallica com Lou Reed resulta no comentado “LuLu”. Procurei vídeos ou faixas do disco e achei a faixa the view:

Metá Metá

Banda indicada pelo meu amigo Rafael. Um som bem brasileiro, com ótimas linhas de violão com Saxofone. Vamos ver a faixa Oranian:

Rogério skylab X

Outro artista apresentada pelo meu amigo rafael. Já o conhecia, mas não tinha parado para ouvir. vamos com a faixa “Não consigo sair daqui”:

Bombay Bicicle Club – Evening/Morning

Esta banda também vai se apresentar também no Planeta Terra. A faixa-título deste álbum é muito boa, esotu viciado nesta banda. então vamos lá, evening/morning:

The future islands – on the water

Descobri um site que posta algumas prévias de futuros lançamentos de bandas. Acabei achando o the future Islands. Foi disponibilizado o disco na íntegra neste link.

Justice – AUDIO, VIDEO, DISCO

Para fecha, esta pode ser a capa do próximo disco do Justice. Não achei muita informação sobre, mas há um single do disco, AUDIO, VIDEO, DISCO:

Há um outro clipe deles que eu não conhecia, mas achei muito bom, merece a postagem. Civilization:

Por hoje é só pessoal, bom fim de semana a todos!

Separação AMIGÁVEL

Hoje faço homenagem ao R.E.M., banda que encerrou atividades no último dia 21 de setembro, depois de 30 anos de estrada. Lembro das primeiras vezes que escutei suas músicas em 1990. Na verdade meu primeiro contato foi visual com os clipes de “Wolves, Lowe”, “Stand” e “Pop Song 89”. De imediato virei fã.


Peter Buck, Michael Stipe e Mike Mills anunciaram que a separação foi amigável. Por que não acreditar que depois de alguns anos de férias, a vontade de estarem juntos no palco volte com força, e mais um disco com inéditas seja lançado? Não seria nada mal a Reunion Tour com Bill Berry novamente na bateria. Não custa sonhar.

Contrariando o nome do blog, publicarei dezesseis capas e pelo menos um clipe de cada disco. Talvez dois.

1. Murmur – 1983

Uma das críticas ao disco de estréia foi: “The songs on Murmur sound as if they’ve existed forever.”

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

2. Reckoning – 1984

“… did you never call? I waited for your call
these rivers of suggestion are driving me away
the ocean sang, the conversation’s dimmed
go build yourself another dream, this choice isn’t mine
I’m sorry…”

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

3. Fables of the Reconstruction – 1985


Para o terceiro lançamento a banda pretendia soar diferente comparada aos discos anteriores. Fables of the Reconstruction foi gravado na Inglaterra e produzido por Joe Boyd, referência do folk-rock. As sessões de estúdio foram tensas o que refletiu praticamente em todas as músicas.

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

4. Lifes Rich Pageant – 1986


“… there’s the progress we have found
a way to talk around the problem
building towered foresight
isn’t anything at all
buy the sky and sell the sky and bleed the sky and tell the sky
don’t fall on me…”

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

5. Document – 1987


Obra produzida por Scott Litt. A afinidade entre banda e profissional foi tanta que a parceria durou uma década. Document é variado em estilos e comercialmente bem sucedido.

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

6. Dead Letter Office – 1987

Coletânea de lados B e raridades lançada meses antes de Document. Embora estejam apenas registros de estúdio, as músicas resgatam o espírito agressivo das apresentações ao vivo. “Wolves, Lower” foi a primeira música que assisti/ escutei.

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

7. Green – 1988


MELHOR DISCO
destes 30 anos, na minha opinião. As duas músicas que mais gosto do R.E.M. também estão aqui: “Turn You Inside Out” “Pop Song 89”. Green foi o primeiro lançamento pela Warner. O valor do contrato era escadalosamente alto para os padrões da época.

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.
Por causa deste clipe comprei o home vídeo Pop Screen.
Diversão GARANTIDÍSSIMA.

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.
1991: “… should we talk about the weather, should we talk about the goverment…”

8. Out of Time – 1991


Disco com as participações especiais do rapper KRS-One em “Radio Song” e Katie Person, do The B-52’s, em “Shinny Happy People” e “Near Wild Heaven”.

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

9. Automatic for the People – 1992


Em 2008 assisti, com o Dezinho Toso, o show da turnê Accelerate, em São Paulo. A interpretação de “Nightswimming” foi belíssima. Apenas voz, piano e emoção. S.H.O.W.Z.A.Ç.O. daqueles pra contar pros netos.

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

10. Monster – 1994

Monster é considerado o disco rock’ n’ roll que os fãs esperavam. Michael Stipe escreveu “Let Me In” em homenagem a Kurt Cobain.

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.
Mais uma vez. Comprei o home vídeo Parallel por causa de “Crush With Eyeliner”. A direção foi de Spike Jonze e a pedido dos próprios, a banda pouco aparece.

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.
O que chama minha atenção neste clipe é a impecável direção de arte feita pelos diretores Jonathan Dayton e Valerie Farris. A ideia é simples, mas convincente. Entre diversão, desamores, amizade e solidão, tudo está resumido em transmissão de televisão.

11. New Adventures In Hi-Fi – 1996


Chamo atenção ao título. New Adventures In Hi-Fi ocupa a primeira posição do meu Top Ten de nomes legais para disco. As demos foram gravadas entre intervalo e outro da turnê Monster.

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.
FINA interpretação e participação de Patty Smith.

12. Up – 1998

Up foi o primeiro lançamento sem o baterista Bill Berry. Em 1995 ele desmaiou no palco, vítima de aneurisma cerebral. Dois anos após o incidente ele anunciou que estava saindo da banda para desenvolver outros projetos. Ser criador de carneiro é um deles.

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

13. Reveal – 2001

As músicas resgatam a sonoridade de Out Of Time e o início de carreira. Como se a banda tivesse gravado o que passou despercebido no passado.

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

14. Around The Sun – 2004

Around The Sun é fraco, muito abaixo dos lançamentos anteriores. Inclusive considerado pela própria banda. A afirmação é sustentada pela ausência de hit.

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

15. Accelerate – 2008

Em todos os sentidos Accelerate é o oposto de Around The Sun. As músicas soam rock’ n’ roll. O norte foi reencontrado.

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

16. Collapse Into Now – 2011

Em aparência física e letras Mike Stipe envelhece com dignidade em Collapse Into Now. A boa fase resgatada em Accelerate lembra os anos de Bill Berry.

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

EXTRA: Part Lies, Part Heart, Part Truth, Part Garbage: 1982 – 2011

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

A banda vinha pensando em separação há certo tempo. Around The Sun poderia ter sido o último lançamento, mas as críticas negativas renovaram a vontade de continuar. O baixista Mike Mills declarou: “Precisávamos provar, não só a nossos fãs e críticos, mas a nós mesmos, que ainda podíamos fazer bons discos, e fizemos dois”. Depois de Accelerate e Collapse Into Now o assunto voltou a ser discutido: “Fizemos os discos. Agora vamos nos separar como amigos.”
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Para ler as edições anteriores clique aqui. Até quarta que vem.

Plágio?

Em 21 de janeiro de 2010 publiquei um post no extinto blog Sete Doses com o tema de plágio. Participei, juntamente com o Lex, do Sete Doses desde a sua fundação em março de 2009 até o seu fim em maio de 2011. Foi um grande período que rendeu um vasto material de ótima qualidade, boas festas e até um livro publicado com direito a lançamento na Bienal de São Paulo.
Na ocasião eu era responsável pela Ilustração da Semana, e neste post apresentei alguns casos de plágio (ou não) de design envolvendo capas de revistas e discos. Mais precisamente 16 capas de artistas. Algumas cópias safadas de outros músicos e em outros casos apenas uma influência declarada ou referência de layout ou tendência.

Para não ficar só no “plágio” deste post do SeteDoses, acrescento mais duas que acho muito importantes constarem aqui. Uma famosa do nosso rei Roberto Carlos e a recente polêmica do último CD do rapper Curren$y.

Quem quiser conferir o original do SeteDoses é só clicar aqui!!!

 

Elvis Presley + The Clash + K.D. Lang


Neste caso não se trata de plágio, e sim de uma linguagem visual muito adotada nos anos 50 e 60.Ponta-pé inicial foi dado no primeiro disco de Elvis Presley. Mais tarde The Clash (1979) e K.D. Lang (2006) repetiram o design. E London Calling acabou se transformando numas das capas mais clássicas do Rock n´Roll.

 Uriah Heep + Savatage + Moptop

 

Uriah Heep, Savatage e os brasileiros do Moptop fizeram suas capas baseadas na clássica foto da conquista dos americanos em Iwo Jima. Ponto para o Moptop que teve a melhor execução da idéia.

 Rolling Stones + Motley Crüe

 

Sem boas ideias na cabeça, o Mötley Crüe deu sua versão “glam rock” para a capa de Stick Fingers. Nem precisa dizer que Stones é Stones!

 Autograph + Aerosmith

 

A robozinha gostosa é um tipo de mascote da banda Autograph e apareceu em muitas capas. O Aerosmith copiou e merece cadeia. Que seus fans façam sua defesa!

 Rockz + The Bravery

 

Aqui não tem plágio, apenas um estilo muito adotado recentemente pelas bandas alternativas e indie rock. Apesar que a galera sentada trocando uma ideia deu um tom muito parecido entre as duas.

 Tom Zé + Yeah Yeah Yeahs

 

Agora sim!, quem não conhece Todos os Olhos?. Maravilhosa! E a capa do single Zero da banda YYYs, querendo ou não, tem uma certa alusão ao disco de Tom Zé.

 Lions Pride + White Lion

 

E fechando, uma bela de uma cagada!!!. Lions Pride (1984) e White Lion (2004), além de ter nomes parecidos, os caras do leãozinho branco utilizaram a mesma foto para ilustrar sua capa. Vergonha alheia.

Extras para o DezCapas: Roberto Carlos + Erasmo Carlos + Cartola

Agora o bonus track desta post. Roberto Carlos utilizando a mesma foto usada no disco de Ken Griffin de 1961.

O seu amigo de fé irmão camarada, Erasmo Carlos, também envolvido em plágio, mas desta vez ao contrário do Rei ele foi a vítima. Morlockk Dilemma é o criminoso e muito cara de pau!!

Agora safado e PNC (rs) é o rapper Currensy. Vontade de matar um idiota como ele, Cartola tomando café enquanto aprecia uma Ferrari verde.


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