"descapando" discos de rock, sempre em listas top 10 | por Ziegler, Zé Mário e Lex

Arquivo para novembro, 2011

+ Sleeveface (fotógrafo Matthieu Raffard)

Mês passado Lex publicou um post sensacional sobre Sleeveface, que consiste em um mix entre a arte da capa e pessoas/ambientes reais.
O grande mérito aqui fica por conta da criatividade e click perfeito do fotógrafo. Como o próprio Lex citou em seu post Capa de Vinil, esse tipo de arte se espalhou pelo mundo e virou mania.
Tanto que uma rádio francesa, a Oüi FM, fez uma bacana homenagem ao dia do músico com 10 anúncios produzidos e clicados pelo fotógrafo Matthieu Raffard.

As bandas escolhidas foram Roxy Music, Dead Kennedys, James Brown, PJ Harvey, The Doors, The Who, David Bowie, The Ramones, Beach Boys e Oasis.

MAIS História para contar

O conteúdo de hoje estava planejado para 5 de outubro. Na ocasião iria comemorar o relançamento de toda discografia do The Smiths que foi remasterizada a partir dos takes originais, teve supervisão artística do guitarrista Johnny Marr e contou com 3.000 unidades numeradas em edição superluxo que estão esgotadas.

Naquela data estava com tudo pronto, mas o Vimeo apagou meus vídeos do servidor. Praticamente todos os layouts estão relacionadas a filmes. Sem poder mostrar os trechos que sustentam as obras resolvi esperar. Hoje é meu primeiro post na sexta-feira e como parte das novidades que estão por vir decidi que este seria especial. Preparei a segunda edição do dia 10 de agosto quando escrevi sobre as capas do The Smiths, minha banda preferida. O critério foi o mesmo, não as melhores e sim as que tem MAIS História para contar.

1.1. How Soon Is Now – 1985

Cena capturada de Dunkirk, de 1958, filme que conta história da Operação Militar Dynamo envolvendo tropas britânicas e francesas, sobre o ponto de vista de um repórter de jornal e um soldado. O ator chama Sean Barrett.

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Atenção a 1 minuto e 56 segundos do video

1.2. How Soon Is Now – 1992

A versão em CD vem com Vanessa Redgrave e David Hemming na capa. O filme chama Blow Up e foi lançado em 1966. Primeira produção em língua inglesa do cineasta italiano Michelangelo Antonioni. A história gira em torno do envolvimento acidental de um fotógrafo com um assassinato.

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2. Hand In Glove – 1984


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Atenção aos 8 segundos do video

Rita Tushingham, de A Taste Of Honey, ilustra capa de Hand In Glove, single gravado por Sandie Shaw no vocal, Johnny Marr na guitarra, Andy Rourke no baixo e Mike Joyce na bateria. A cantora foi durante anos musa inspiradora de Morrissey.

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3. Louder Than Bombs – 1987

4. Girlfriend In A Coma – 1987

A Taste Of Honey, obra de Shelagh Delaney lançada em 1958, foi levada a grande tela em 1961. A escritora está na capa da compilação Louder Than Bombs e do single Girlfriend In A Coma. Leia declaração de Morrissey sobre a influência que recebeu: “I’ve never made any secret of the fact that at least 50 per cent of my reason for writing can be blamed on Shelagh Delaney who wrote ‘A Taste Of Honey’. And ‘This Night Has Opened My Eyes’ is a Taste Of Honey song, putting the entire play to words.”

5. Rank – 1988

Em 1967 John Green, fotógrafo de moda, lançou Birds of Britain, ensaio com as melhores e mais influentes modelos do período.  A foto de Alexandra Bastedo na capa de Rank faz parte da publicação. Ela e Morrissey são ativistas do PETA.

Capa do livro e algumas páginas internas

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From the original RANK concert

6. Heaven Knows I’m Miserable Now – 1984

7. Barbarism Begins At Home – 1985

Os dois singles foram lançados com Vivian Nicholson na capa. Ela ficou famosa nos anos 60 por ganhar prêmio da loteria esportiva equivalente a 3 milhões de libras, corrigido em valores atuais. Seu bordão era: “Spend, Spend, Spend.”

8.1. The Boy With The Thorn In His Side – 1985

Truman Capote fotografado por Cecil Beaton.

Foto original

8.1. Blackpool – The Boy With The Thorn
In His Side – 1985


Blackpool
, série de televisão produzida pela BBC, era conhecida por utilizar música pop no decorrer da narrativa. Mesmo executada como trilha, os personagens interpretam as letras exibindo coreografias que beiram o surreal.

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Clique aqui para baixar o episódio completo.

9. William It Was Really Nothing – 1984

Além de vocalista, os layouts de capa eram de responsabilidade de Morrissey. Para “William It Was Really Nothing” a imagem foi utilizada de anúncio da marca de equipamento de som ADS.

 Infelizmente o comercial está incompleto
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10. The Queen Is Dead – 1986

A música “The Queen Is Dead” começa com sampler de “Take Me Back To Dear Old Blighty”, capturado de The L Shaped Room, de 1962. Leslie Caron interpreta jovem francesa, solteira e grávida, que muda para Londres e vive em pensão. Ela recebeu indicação ao Oscar como Melhor Atriz por sua atuação.

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Atenção aos 2 minutos e 32 segundos do video

EXTRA: Shakespears’s Sister – 1985

Um dos programas mais lucrativos da história da televisão inglesa, Coronation Street é a novela que está a mais tempo em exibição. O primeiro episódio foi ao ar em nove de dezembro de 1960 e até hoje está em produção. A atriz chama Patricia Phoenix. A opinião de Morrissey sobre ela: “…she was simply a blizzard of professionalism, of goodwill, of warmth, she was like a hurricane. She just simply exploded into the room and I was quite taken aback by this. You simply wanted to rush towards her bosom and remain there forever.”

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Se você, assim como eu, não conseguiu garantir uma das 3.000 unidades numeradas, pode comprar separadamente a coleção em vinil ou cd. Outras capas, artistas e mais histórias para contar envolvem o The Smiths. Para ler o que já foi publicado clique aqui. Até sexta que vem. Indie.

Raras e caras

AS DEZ CAPAS DE DISCOS MAIS CARAS E RARAS – POR ZÉ MÁRIO

 

Na edição nº 395 da Record Collector magazine foi publicada uma lista com as 21 capas mais raras e caras. Dentro desta lista, segue o top 10, com direito à algumas curiosidades sobre algumas (detalhe: metade da lista é Beatles).

Então vamos lá!

 

Beatles – Sgt. Peppers Lonely Heart club band – £70,000 – R$ 193 mil

No término de 1967, a Capitol quis comemorar o fechamento do ano com uma edição limitada em cem cópias do Sgt. Peppers com uma pequena alteração: foram trocados todos os os rostos originais pelas caras dos figurões da Capitol. Parece que atualmente só se sabe o paradeiro de três cópias deste álbum.

The Beatles – White album – £7,000 – R$ 19,3 mil

Para oferecer à seus fans um mimo de colecionador, o álbum branco foi lançado com número de série, e obviamente as mais cobiçadas são as que vai de 1-10

Madrigal’s Magic Key To Spanish – £3,500 – R$ 9,6 mil

Pense em um disco daqueles de aulas de idiomas que se compra na banca de jornal. Pensou? Pois bem, este aqui não é o caso pois tem um diferencial: Foi o Andy Warhol quem a fez

The Beatles – Introducing The beatles – £3,000 – R$ 8,2 mil

A VJ Records lançou o primeiro álbum dos Beatles nos Estados Unidos. Não fez muito sucesso na época e talvez seja este o motivo de ser rara a capa.

The Beatles/Frank Ifield – ‘England’s Greatest Recording Stars: The Beatles & Frank Ifield On Stage £3,000 – R$ 8,2 mil

Logo em seguida com o fracasso do primeiro disco dos Beatles lançado pela VJ nos Estados Unidos, veio o que pode se chamar de British Invasion. Com isso, a Vj records tinha um trunfo: alguns direitos de gravações dos Beatles com o Frank Ifield, um cantor com algumas músicas famosas, porém nada muito memorável. Um detalhe engraçado desta capa é uma troca de palavras no verso do encarte, pois onde era para entra a palavra compilation, foi copulation. Proposital? erro de digitação? Ninguém sabe. Veja no detalhe:

Tinkerbell’s Fairydust – ‘Tinkerbell’s Fairydust’ £3,000 – R$ 8,2 mil

Não conhecia esta capa, mas ela vale um golzinho quadrado ano 92, hehehe.

AC/DC – ’12 Of The Best’ £3,000 – R$ 8,2 mil

Sobre esta capa eu não consegui achar nenhuma curiosidade… se alguém souber comenta ae. Mas vale também um golzinho quadrado 92

Beatles – ‘Yesterday And Today’ £2,000 – R$ 5,5 mil

A capa polêmica dos garotos de Liverpool com bonecas despedaçadas e uns pedaços de carne não poderia ficar fora da lista.

Dark – ‘Dark Round The Edges’ £2,000 – R$ 5,5 mil

Este foi o álbum debut da banda, que é uma mistura de psicodélico e progressivo. O que consegui de interessante sobre este álbum é um link de download dele. Vocês não terão a capa…mas as músicas Sim 😀

Hank Mobley – ‘Hank Mobley’ £2,000 – R$ 5,5 mil

E para fechar o post uma capa que foi também debut do jazzista Hank Mobley. Não consegui nenhuma curiosidade sobre ela.

Até mais! 🙂

o mundo imaginário de Mike Patton

Louco de pedra mas um gênio da música. Sua música não se limita a sua banda Faith No More (o que diga-se de passagem, já seria o suficiente para colocá-lo como um dos grandes cantores e compositores do rock), Patton é experimentalismo puro, participou de diversos projetos e sua “carreira solo” é mais eclética que solo.

Vamos navegar nas mil faces do Dr. Mike Patton: Fantômas, Mr.Bungle, canções italianas, canções adultas, bossa nova e claro Faith No More.

1. Angel Dust – Faith No More

Angel Dust é o segundo álbum do FNM e eu considero um dos dez melhores discos de rock de todos os tempos – sem exageros!
Me lembro quando foi lançado em 1992, causou grande repúdio naqueles que tinham suas atenções voltadas para a banda. Na memória ainda fresca, haviam os hits Epic, Falling to Pieces e a balada Edge of the World, só que o grupo californiano aparece com uma mistura de rock e bases eletrônicas.

Muitos torceram o nariz e não entenderam músicas como Midlife Crisis, Kindergarten e Be Aggressive. O disco pelas mãos dessas pessoas foi direto para a lata do lixo. Eu, logo de cara, achei o disco sensacional. Muito além do que outras bandas de rock estavam fazendo no momento, enxerguei a banda apontando para um caminho que poucos se atreveriam no rock. E assim foi.

Só que quase uma década depois escuto pessoas e bandas colocando Angel Dust como um dos mais influentes discos de todos os tempos. System of a Down, Slipknot e Linkin Park devem venerar e agradecer a existência dele. É uma pena quando algo é criado e só com o tempo que se consegue seu real entendimento, talvez seja por isso que eu o considere um puta disco – porque eu acreditei desde o inicio.

2. Peeping Tom – Mike Patton

Mike queria criar a nova música “pop” e para isso chamou Imani Coppola, Norah Jones, Massive Attack e Bebel Gilberto.

3. Mr. Bungle – Mr. Bungle

Mr. Bungle foi a ponte de entrada de Mike Patton para o FNM, mas mesmo se tornando o frontman de uma nova banda, o “senhor esquisito” continuou como vocalista do “sr. confusão” e lançaram três álbuns entre 1991 e 1999. Apontado como um misto de Funk, Metal, Ska e Jazz, a banda nunca conseguiu alcançar grande destaque na mídia. A não ser pelas constantes brigas com o Red Hot Chili Peppers e o processo que o ator John Travolta moveu devido a música Quote Unquote (entre aspas) se chamar anteriormente Travolta. Ela é sensacional!!!

4. King for a Day… Fool for a Lifetime
Faith No More

Que belo título: Rei por um dia… Tolo por toda a vida. A capa do terceiro disco do FNM é baseada na graphic novel Flood! de Eric Drooker.
Entre suas canções, a porrada Digging the Grave, a estranha Caralho Voador e a levada soul de Evidence – que ganhou uma versão em português tocada ao vivo nos festivais Maquinaria e SWU.

a arte de Eric Drooker

Esta música eu dedico a meu primeiro amor, entende? A mulher do aeroporto…

Se queres abrir o buraco
Baixa a cabeça e ai esta
Afasta bem tua cor de circunstância
Afasta…Evidência
Eu não senti nada
Não teve significado algum
Olhos nos olhos e declara
Não senti nada

5. Tomahawk. – Tomahawk

Banda formada em 2001 conta ainda com Duane Denison (Jesus Lizard), John Stanier (Helmet) e Kevin Rutmanis (Melvis). Foram lançados três discos e recentemente anunciaram na revista Rolling Stone que um quarto álbum está previsto para 2012.

6. Mondo Cane – Mike Patton

Clássicos (ou não) da música pop italiana dos anos 50 e 60. Foi gravado com uma orquestra de 65 instrumentistas e inicialmente seria lançado em 2008. Para nossa sorte e mais ainda de quem foi ao Rock In Rio deste ano, pode conhecer e apreciar mais essa desventura de Mike Patton. Na minha opinião foi o melhor show do Rock “eu” rio (e foram muitas risadas!!)

7. Suspended Animation – Fantômas

Este é o quarto e último disco de mais um projeto paralelo de Patton, o Fantômas. A banda é formada por integrantes do Melvis, Mr. Bungle e ainda conta com o baterista Dave Lombardo do Slayer, que aceitou o convite depois da recusa de Iggor Cavalera. O interessante (ou bizarro) deste disco são os títulos das músicas: 04/01/05 Friday, 04/02/05 Saturday, 04/03/05 Sunday, 04/04/05 Monday… Ou seja, são os dias do mês de abril. O trabalho é um tributo aos feriados obscuros que acontecem neste mês, e tem relação com sons de cartoons para crianças. Alguém consegue explicar melhor isso?? Hein senhor baterista do Slayer?

8. General Patton vs The X-Ecutioners
Mike Patton & The X-Ecutioners

Imagine uma guerra sonora entre Rock e Hip Hop? O disco é isso. E com umas inserções de cinema. Parece ser quase impossível descrever este projeto reunindo o vocal do FNM e um trio nova iorquino de Rap, mas em algumas músicas é possível enxergar uma proximidade ao Angel Dust. Confira abaixo uma faixa que é bem bacana. Pura colagem!

9. Adult Themes for Voice – Mike Patton

São 34 faixas compostas de ruídos vocais do Mike Patton, gravadas em quartos de hotel durante uma turnê do FNM. Consistem principalmente de Patton gritando, batendo palmas, guinchando e gemendo. É claro que não estou considerando isso música, não sou tão louco assim como ele. Porém como o DezCapas aponta para as capas, achei bem singular a relação desta foto com as gravações.

10. The Solitude of Prime Numbers
Music from the Film – Mike Patton

Filme italiano baseado no romance de mesmo nome por Paolo Giordano, e dirigido por Saverio Costanzo. Lembrando que trata-se de uma trilha OST (Original Sound Track), ou seja, são composições instrumentais de abertura do filme, ou encerramento, fundo, ambiente. O que faz disso um ponto importante na carreira de um músico que tem lançado tantos projetos experimentais. Abaixo o trailer do filme.

Até o próximo post!!

Sopro de vida

CAPAS ANIMADAS – POR ZÉ MÁRIO

Olá pessoal, boa sexta para todos!

Esta semana vi pelo twitter um link rolando de um trabalho de um artista que estava animando em GIF capas de discos, e na hora vi que era o tema perfeito para hoje.

O artista que faz estas capas se chama Mr Dormouse, e ele pira em animações em GIFS. A piração dele rendeu inúmeras capas que ficaram animais com movimentos!

Então vamos lá para as Dez capas que criaram vida própria:

R.E.M Collapse in to now

The White Stripes – Get me behind the Satan

Klaus nomi

Florence & the machine – Lungs

The More you ignore me, the closer i get. Morrissey

Lou Reed – Transformer

Fever ray – Fever ray

The Smiths – The Smiths

Amy Winehouse – Frank

The Cardigans – Gran Turismo

Como o WordPress mudou e eu me confundi na hora de inserir os vídeos e me irritei, preferi colocar duas capas bônus para compensar. Vamos lá:

Gorillaz

Iggy Pop – the idiot

O site onde o cara posta as capas é o animated albums. entrem lá e divirtam-se 🙂

pós FERIADO prolongado

Em junho de 2010 publiquei a dose_INDIE pós feriadopor causa dos dias de recesso a Corpus Christ. Para o setlist escolhi músicas que aceleram o ritmo e não deixaram a peteca cair. Aproveito ideia e CONTEÚDO para o post desta semana. Com o feriadão prolongado de 15 de novembro + viagem para visitar a família + virose que não passa + percalços = é o que tem pra hoje.

01 – Les Savy Fav – Let’s Stay Friends

Os integrantes da banda frequentavam a mesma escola de artes e o que os uniu foi a boa música, como as de Fugazi e Jawbox. O hard core é a principal influência de Let’s Stay Friends.

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02 – And You Will Know Us By The Trail Of
Dead – Source Tags And Codes

No mundinho indie a banda é famosa pela energia das suas apresentações. Assista abaixo a performance de “Baudelair” e tire sua conclusão.

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03 – At The Drive In – Relationship Of Command

O projeto paralelo desenvolvido por Cedric Bixler, vocalista, e Omar Rodriguez, guitarrista, fez At The Drive In encerrar as atividades em 2000. Atualmente eles lideram The Mars Volta.

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04 – The Dismemberment Plan – The Dismemberment Plan Is Terrified

“Bra” que significa sutiã, expressa o desejo do vocalista Travis Morrison em descer o Amazonas, num barco de tijolo vermelho. Por mais bizarra que seja a letra é uma das minhas músicas favoritas.

 “…so going down the Amazon in a red brick boat
looking for some secret treasure hot with malaria
and I’ve got that map upside-down
well north, south, east, west, “X” still marks that spot
and I’m so tired
and if I fell asleep
I might not ever wake up
oh yeah…”

05 – Unwound – A Single History: 1991 – 1997

Após lançarem quatro discos independentes, Unwound presenteou os fãs com compilação de singles.

06 – Iggy Pop – Avenue B

Avenue B é considerado o disco mais autobiográfico da carreira de Iggy Pop e demonstra que musicalmente ele soube envelhecer com dignidade.

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07 – Smashing Pumpkins – Zeitgeist

Em 2007 Smashing Pumpkins lançou Zeitgeist, que marcou o retorno da banda após sete anos. “Doomsday Clock” além de ser a música de abertura, também faz parte da trilha do filme Transformers. Da formação original apenas Billy Corgan e Jimmy Chamberlin resolveram participar. Atualmente só o careca faz parte.

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08 – Juliana Hatfield – Total System Failure

Em 2000 Juliana Hatfield lançou dois discos com inéditas ao mesmo tempo. Total System Failure soa mais barulhento, como se as músicas tivessem sido gravadas durante os ensaios. Isso, para mim, é mérito.

09 – Kings Of Leon – Because Of The Times

Em Because Of The Times mostra que os irmãos Followill estão mais maduros em suas composições, algo comparado a Neil Young e Bruce Springsteen.

“…wow she stole my karma oh no
sold it to the farmer oh no
why she’s always looking at me
why she’s always looking at me
wow she’s such charmer oh no
oh no…”

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10 – Godheadsilo – Share The Fantasy

Projeto desenvolvido pela dupla Mike e Dan, baixo e bateria. A sonoridade low-fi não é à toa. Mais um caso de mérito.

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A partir do dia 23 de novembro, semana que vem, teremos mudanças no blog. O Zé começará a publicar seus posts na quarta e eu irei para a sexta. Essa é SÓ A PRIMEIRA novidade. AGUARDE. Para ler as edições anteriores clique aqui. Até sexta que vem.

Discurso CONSCIENTE

Até domingo passado queria ir ao SWU, mas depois de assistir o Planeta Terra desencanei. Passou. Já cantei pra subir. A proposta do festival é interessante. Starts With You, Começa Com Você é o movimento de conscientização em prol da sustentabilidade que tem o intuito de mobilizar o maior número de pessoas em torno da causa, mostrando que, por meio de pequenas ações, com simples atitudes individuais do dia a dia, é possível ajudar a construir um mundo melhor para se viver.

1. Primus – Pork Soda

Nos anos 90 Pork Soda foi um dos discos estranhos a freqüentar as primeiras posições do Top Ten americano, segundo opinião da crítica especializada. “My Name Is Mud” é minha música preferida da banda.

2. Primus – Brown Album


Primeiro disco sem a participação do baterista Tim Herb Alexander, substituído por Brian Brain Mantia. “Over The Falls” é minha segunda música preferida.

3. Faith No More – Album Of The Year

Disco gravado em 1997 no estúdio caseiro do baixista Billy Gould e último registro com inéditas. GOSTO da música, do clima de tensão e revelações em “Stripsearch”.

4. Alice In Chains – Facelift

Lançado um ano antes de Nevermind, clássico de Nirvana, Facelift foi um dos discos que sinalizou a efervescência criativa de Seattle. Com a morte por overdose do vocalista Layne Staley, em 2002, a banda ficou sem gravar até 2009, quando William Duvall, do Comes With The Fall, assumiu o microfone.

5. Alice In Chains – Alice In Chains

O Movimento Grunge começava a perder força quando o disco foi lançado. Em 1997 a banda foi convidada a gravar apresentação para o MTV Umplugged. Performance IMPECÁVEL e fino set list. GOSTO do tom sombrio em “Frogs”.

6. Black Rebel Motorcycle Club – B.R.M.C.

B.R.M.C., disco de estréia da banda de San Francisco, remete a sonoridade britânica de Jesus And Mary Chains, Ride, Stone Roses, entre outros. A produção ficou por conta dos próprios.

7. Black Rebel Motorcycle Club – Take Them On Your Own

O segundo lançamento demonstra maturidade criativa. Característica dificilmente encontrada em bandas iniciantes.

8. Sonic Youth – Goo

Goo carrega o fardo de superar a expectativa gerada por Daydream Nation e não decepcionou. Chuck D, vocalista do Public Enemy, fez participação especial.

9. StoneTemple Pilots – Nº4

Os problemas pessoais e dependência química de Scott Weiland são percebidos em todo disco. Músicas como “Down” e “Heaven & Hot Rods” remetem a “Sex Type Thing”.

10. StoneTemple Pilots – Stone Temple Pilots

Depois de quase uma década separados, Stone Temple Pilots celebra à volta aos velhos tempos, como um grande amigo comentou. De todas as atrações do dia14, a banda era a que mais gostaria de rever. Assisti a apresentação de 2010, em São Paulo.


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A ideia do festival SWU nasceu da iniciativa de Eduardo Fischer, meu “colega” de profissão, e parte da convicção de que pequenas atitudes podem gerar grandes mudanças. NOBRE CAUSA, Eduardo, mas todo esse ENGAJAMENTO e prática do DISCURSO “CONSCIENTE” precisam ser realizados FORA da cidade de São Paulo?

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Para ler as edições anteriores clique aqui. Até semana que vem.

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