"descapando" discos de rock, sempre em listas top 10 | por Ziegler, Zé Mário e Lex

Arquivo para junho, 2012

57 anos de MICK JONES

São 57 anos de idade e pelo menos uns 35 de serviços prestados aos bons sons. Na quarta-feira, dia 26 de junho, foi aniversário de Michael Geoffrey Jones, o Mick Jones do The Clash, do Big Audio Dynamite e do B.A.D. II. Lembro que no começo dos anos 80 assisti um clipe em que as guitarras e baixo eram bem marcados, a banda tocava em um píer, chovia e logo no começo era anunciado “London Calling…”. De imediato gostei da música e a vontade em querer conhecer aquele disco foi imensa.

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A dose_INDIE passeia pelos três projetos principais desenvolvidos pelo músico, mais a recente participação no disco Plastic Beach, dos Gorillaz e visita outras bandas que, direta ou indiretamente, estão envolvidas nesta história.

01 – The Clash – Train In Vain – 1979

Com London Calling a banda deu um passo à frente comparado a sonoridade dos discos anteriores. Reggae, rockabilly, entre outros ritmos foram incorporados o que resultou em um dos dez melhores discos de rock, segunda a revista Rolling Stones. Um pouco de história. O disco foi lançado como vinil duplo, mas por exigência da banda vendido por preço de simples.

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02 – Buzzcocks – What Do I Get? – 1979

O nome Buzzcocks surgiu da revista Rock Follies que terminou determinada matéria com a citação “Get a buzz, cock.” Singles Going Steady carrega mesmo grau de importância que London Calling e Never Mind The Bollocks, dos Sex Pistols.

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03 – Public Image Limited – Low Life – 1978

Depois da separação dos Pistols, em janeiro, Johnny Lydon buscava sonoridade que não soasse nem punk, nem rock. First Issue, lançado em dezembro, foi responsável por definir o que seria considerado pós-punk mesmo com série de críticas negativas ao trabalho.

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04 – The Clash – Rock The Casbah – 1982

Combat Rock caminha por caminhos diferentes. Mick Jones pretendia seguir os passos do The Who enquanto Joe Strummer simpatizava com a black music. Elementos de ska, reggae, e funk foram explorados.

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05 – Madness – The Sun And The Rain – 1984

O período de Keep Moving foi de transição. Mike Barson, um dos principais letristas, saiu por motivos pessoais e a banda começou a lançar seus trabalhos por sua gravadora, Zarjazz. O primeiro single foi Yesterday’s Men.

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06 – The Specials – Friday Night Saturday Morning – 1980

No início de carreira a banda abriu apresentação para o The Clash e despertou interesse de várias gravadoras, mas Jerry Dammers, tecladista e um dos principais compositores, escolheu por criar sua própria, 2-Tone.

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07 – Big Audio Dynamite – Sony – 1985

Finalizada a turnê americana de Combat Rock Joe Strummer e Paul Simonon demitiram Mick Jones por “ter se afastou da ideia original do The Clash.” Em 1985 surge Big Audio Dynamite, projeto desenvolvido em parceria do cineasta Don Letts que misturava rock, drum machine e samplers. Até hoje o disco soa revolucionário, e ocupa posição de destaque entre meus dez preferidos.

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08 – Big Audio Dynamite – C’mon Every Beatbox – 1986

Diferenças artísticas resolvidas e mágoa superada Joe Strummer co-produziu e escreveu cinco músicas para N° 10 Upping Street, segundo disco da banda. Mick Jones aprimorou a fórmula usada no disco de estréia e os singles “C’mon Every Beatbox” e “V Thirteen” além de ocuparem as primeiras posições da parada na Terra da Rainha realizaram mesmo feito na do Tio Sam.

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“Sit tight and listen keenly while I’ll play for you a brand new musical biscuit”

No clipe estão duas garotas dançandinho entre a banda. A que está de cabelo solto era na época a desconhecida Neneh Cheery. Seu disco de estréia foi lançado em 1989. Cópia do frame aos 4 segundos ilustra o cabeçalho da dose_INDIE.

09 – Big Audio Dynamite II – Rush – 1991

Em 1989 a banda acabou. Mick Jones chamou outro grupo de amigos para B.A.D. II. The Globe foi lançado em 1991. “Rush” primeiro fez sucesso nos Estados Unidos e depois conquistou o velho continente.

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10 – Big Audio Dynamite II – The Globe – 1991

Samplers de “Should I Stay Or Should I Go” foram usados para o segundo single.

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11 – Gorillaz Featuring Mick Jones and Paul Simonon – Plastic Beach – 2010

Em todos os discos do Gorillaz Damon Albarn cantou boa parte das músicas em parceria. Plastic Beach ficou por conta de Mick Jones e Paul Simonon. Ambos participaram como guitarrista e baixista titulares da turnê.

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Gosto e respeito o conjunto da obra do The Clash. É inquestionável o talento e visão musical de Joe Strummer, mas na minha opinião quem fazia a diferença na banda era Mick Jones. Para conhecer as edições anteriores do Dez Capas e dose_INDIE clique aqui. Até sexta que vem.

Jesus SAVES and BACK UP too

Preparando o post fui forçado a lembrar que a salvação não está apenas em CTRL+S. Fazer back up com frequência também é EXCELENTE maneira de evitar futura dor de cabeça. Meu HD externo onde salvo TODAS as doses e minha vida digital começou a dar sinais de cansaço. Antes que aconteça o pior desenvolvi este setlist para escutar enquanto “becapeio” meus arquivos.

01 – Good Shoes – The Way My Heart Beats

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02 – Wounded Lion – Black Ops

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03 – Icebird – Going And Going And Going

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04 – Black Lips – Drugs

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05 – Thomas Function – Ew Way Ew

06 – The Intelligence – They Found Me On The Back Of The Galaxy

07 – Real Estate – It’s Real

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08 – Jay Reatard – All Over Again

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09 – Ty Segall – Sad Fuzz

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10 – Landon Pigg Featuring Turbo Fruits – High Times

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11 – Mannequin Men – 22nd Century

12 – Royal Headache – Down The Lane

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O problema com meu HD começou quando estava editando as músicas para gravar o podcast. O computador deu uma bela travada e quando o sistema reiniciou apareceu tela de verificação automática de dados que demorou mais de cinco horas para finalizar. Felizmente nada foi perdido.

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como se fosse a SEGUNDA PARTE

Semana passada, por causa do feriado, preparei com antecedência todo o material publicado. Entre as músicas escolhidas algumas não combinavam com o tema definido. Para minha surpresa as não-editadas formaram outro setlist completo, algo como se fosse a segunda parte. Este ano não farei edição especial sobre o Dia dos Namorados, mas a dose_INDIE mantém o ritmo de baladinha, para curtir junto.

01 – Deerhunter – Revival

A capa de Halcyon Digest foi desenvolvida em parceria com os fãs. Bradford Cox, vocalista, espalhou cópias de panfletos com referência a linguagem punk, em Atlanta, e pediu para que o material fosse fotografado e reenviado para a banda.

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02 – Twerps – This Guy

Banda australiana influenciada pela cultura pop dos anos 80 e sonoridade lo-fi. A vocalista Julia McFarlane divide o microfone com o guitarrista Martin Frawley.

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03 – Secret Cities – No Pressure

As primeiras demos foram gravadas quando o projeto ainda chamava White Foliage. Nesta fase dois dos integrantes estavam no auge de seus 15 anos. Em 2005 adotaram o nome atual e, com entrada de baterista, a formação como trio.

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04 – Eternal Summers – Dye

Dupla formada pela vocalista/ guitarrista Nicole Yun e baterista Daniel Cundiff. O som que eles fazem foi auto-intitulado como “dream punk”. Ambos fazem parte do coletivo de arte e música chamado Magic Twig Community.

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05 – Brilliant Colors – How Much Younger

Os primeiros shows aconteceram em pequenas casas noturnas de São Francisco, em 2007. O baterista original foi substituído por Diane Anastásio, ex-integrante de Carnal Knowledge que havia mudado há pouco tempo para a cidade.

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06 – Tennis – Origins

Alaina Moore, vocal e teclados; e Patrick Riley, guitarra, namoraram no high school e casaram durante a faculdade. Depois de formados compraram veleiro e viajaram quase por um ano. Young & Old, segundo lançamento, foi escrito e gravado em exatos três meses.

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07 – Cults – Bumper

Quando começaram em 2010 a dupla publicou apenas três músicas em seu site. O número de acessos foi assustadoramente alto tanto que a história rendeu matéria na revista New Musical Express e contrato com gravadora no ano seguinte.

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08 – The Young – Poisoned Hell

The Young começou como projeto solo de Hans Zimmerman. Os demais integrantes foram escolhidos depois que as músicas para o disco de estréia foram escritas.

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09 – Mr Airplane Man – Red Light

As meninas de Mr Airplane Man foram comparadas ao White Stripes porque ambos são de Detroit e formados por dupla, mas o vocal remete ao estilo Kim Gordon, de Sonic Youth. O disco de estréia chama Red Lite. O primeiro single de trabalho foi “Red Light.”

10 – Mark Sultan – Graveyard Eyes

“I’m not a clown, nor am I a whore. I’m a rock ‘n roller.” Mark Sultan esclareceu a dúvida em Whatever, Whenever, disco que sintetiza treze das vinte e seis músicas gravadas para os projetos Whatever I Want e Whenever I Want, lançados apenas em vinil.

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EXTRA – Jupiter Maçã – A marchinha
psicótica de Dr. Soup

Ontem assisti ao show de lançamento, em vinil, dos singles “Modern Kid” e “Calling All Bands” de Júpiter Maçã. EXCELENTE apresentação. A primeira vez que tive contato com sua música foi durante a Virada Cultural no mês de maio. Definitivamente virei fã. Além de letras inteligentes e músicas pra cantar junto, o que mais me impressiona é sua presença de palco. Como as duas músicas já foram publicadas na dose_INDIE 131, para o post escolhi “A marchinha psicótica de Dr Soup”, minha preferida e que está em Uma tarde na fruteira.

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“antes de nada eu gostaria de explicar
segue agora um mosaico de imagens mil
chamado a marchinha psicótica de Dr. Soup

a noiva do arlequim e o malabarista
chegaram juntos com a fada e um inspetor nazista
chacretes e coristas em teatro de revista

bem-vindos a orgia niilista, ai que gostoso
que delícia, muito mais paulista
anunciados o homem-bala e a mulher canhão

a musa do pinóquio era bolchevista
a mais formosa melindrosa pega na suíça
suíça pra ela era pegar rapaz

e pra provar minha querida
o meu amor tão radical
eu escrevi essa marchinha
para tocar no carnaval

o milênio passaria e a marchinha seguiria
sendo cult underground
mas até 2020 seria revisitada
e virar hit nacional…”

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one, two, esquece o three!

UMA BANDA, DOIS INTEGRANTES – POR ZÉ MÁRIO

Olá pessoal, bom dia!

Hoje vou trazer para vocês um assunto intrigante sobre duplas no mundo da música  (não, não vou falar de sertanejo ¬¬) que nos deixa de boca aberta e se perguntando “como duas pessoas fazem tanta coisa?”. Terá muitas duplas de rock e uma ou duas do estilo eletrônico/eletro rock que merecem ser mencionadas. Vamos parar de papo e ir para nossa lista!

1º – The Black Keys

Dan Auerbach e Patrick Carney formam esta dupla. Seu som tem muito do blues e rock mais clássico, com sons rasgados e concisos, sem muito espaço para “brisas” nas guitarras ou bateria. Surgiram no ano passado e são atualmente os queridinhos do mundo e mais cotados para os principais festivais do mundo. Seus clipes são peculiares e sempre engraçados. O  último clipe foi lançado para a música Gold on the ceiling, do diretor pancada das ideias Harmony Korine.

2º The White Stripes

Jack White é o cérebro, Meg White é pink digamos que um corpo manipulado por Jack para que o White Stripes funcione. Diferente do Black Keys, O WS viaja muito musicalmente falando, sendo em gravação oficial ou ao vivo. Jack é um guitarrista talentosíssimo (já rasguei seda demais para ele em outros posts), e isso contribui muito para o sucesso e importância que essa dupla tem. O Jack possui alguns projetos paralelos, como o Raconteurs e The Dead Weather, no qual a vocalista (Alice Mosshart) pertence também à uma dupla – The Kills – nossa próxima dupla

3º – The Kills

Como dito, Alice Mosshart forma a dupla The Kills com Jamie Hotel Vince. Cada um veio de uma banda diferente, Alice da banda Discount e jamie da banda Scarfo. Muitos críticos os comparam ao próprio White Stripes, mas discordo, poisna minha opinião o WS é um rock mais rasgado e barulhento, e o The Kills é um The XX com mais drive nas guitarras. Vamos ouvir Satellite

4º Tears for fears

Famosos na década de 80, tanto por ser um formato de banda até o momento um tanto  ímpar quanto por ser uma dos primeiros a usar o sintetizador em peso em suas composições. O disco “Songs for the big chair” é considerado sua obra-prima, e com certeza você já ouviu alguma vez uma das duas principais músicas deles, shout e  Everybody wants to rule the world, que ouviremos agora

5º MGMT

Em shows ao vivo são cinco integrantes, mas a banda original (e cérebro quando estão em cinco) é formada por  Ben Goldwasser e Andrew VanWyngarden. São rotulados como rock psicodélico (vai, merecem esse título), mas com uma pitada de eletrônico. Gosto muito do tipo de som que eles produzem, vale muito a pena procurar mais sobre eles. Vamos ouvir a música que é considerada seu maior sucesso, Kids

6º Daft Punk

Os franceses produzem muita coisa boa tratando-se de música eletronica, e o Daft Punk é um dos principais expoentes dessa afirmação.  Guy-Manuel de Homem-Christo e Thomas Bangalter são os dois caras de capacete robóticos. Além da sonoridade, sua estética também é muito bem elaborada, tanto em shows quanto em capas de discos/clipes. Estes caras inclusive participaram de um filme (Tron – legacy) onde sua estética se encaixava perfeitamente com a proposta do filme. Vamos ouvir ao vivo a música Around the world

7º Justice

Quando falo que os franceses produzem muita coisa boa tratand0-se de música eletrônica falei sério, segue outro ótimo exemplo de dupla, o Justice. Formada por Gaspard Augé e Xavier de Rosnay, considero um meio termo entre Daft Punk e MGMT, com ótima pegada eletronica mas com uma boa dose de rock psicodélico adicionada. A mesma regra do Daft Punk se aplica eles – ótima estética visual em clipes/capas de disco. Vamos ouvir e ver Dance, um dos clipes que mais gosto

8º Simon & Garfunkel

Muito conhecidos por sua harmonia vocal, a dupla de folk era da década de 60. Era uma dupla conturbada, rodeada de discussões, mas ainda assim marcaram época.

Vamos ouvir a música Sounds of silence

9º Pet shop boys

Outra dupla da década de 80 que fez muito sucesso em sua época e ainda continuaram a criar, tanto que em 2006 foram indicados ao Grammy. Eles também foram responsáveis, junto ao Tears for fears pela popularização do sintetizador. Uma de suas músicas mais conhecidas é Love etc.

10º The Raveonettes

 

Duo dinamarquês de rock, que se conheceram em Copenhagen. Gravaram sozinhos o disco Whip It On nos estúdios da Sony em três semanas em 2001. Há quem diga que foram descobertos pelo diretor da Rolling Stone em um festival dinamarquês, o SPOT festival. Vamos fechar o post de hoje ouvindo Love in a trashcam:

 

feriado prolongado e VARIADO

Por causa do feriado de Corpus Christi a semana foi mais curta que o normal, mas consegui preparar o podcast com antecedência. Tentando fugir da chuva que está em São Paulo fui curtir os dias de recesso no friozinho camarada de Campos do Jordão. Como estamos em turma de amigos as preferências musicais são as mais variadas. A dose_INDIE tentou agradar a todos.

01 – The Black Keys – Money Maker

El Camino foi o segundo trabalho realizado pela dupla que contou com produção de Danger Mouse. Nas onze músicas que ultrapassam pouco mais de 35 minutos há elementos Motown e glam rock.

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02 – Arctic Monkeys – My Propeller

Josh Homme foi o “conselheiro criativo” de Humbug. Sua missão foi ajudar os Monkeys a testar seus limites. Comparado aos lançamentos anteriores o disco soa realmente novo. Ele é considerado o trabalho mais obscuro da banda.

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03 – Lee Ranaldo – Fire Island (Phases)

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04 – The Hives – Go Right Ahead

A banda ficou cinco anos sem lançar material inédito e o disco de 2012 recebeu o simpático nome LEX HIVES. Foi isso, LEX HIVES.

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05 – Clap Your Hands Say Yeah – Maniac

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Vídeo não-oficial, mas MUITO bem feito por um fã.

06 – Le Butcherettes – New York

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07 – Har Mar Superstar – Power Lunch

Musicalmente o funk e r&b são seus parceiros. Acrescente dancinha sexy como terceiro elemento. Sobre a aparência física a melhor definição para Har Mar Superstar é a mistura de Jack Black com o ator pornô Ron Jeremy.

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08 – Calvin Harris – Merry Making At My Place

Antes de assinar contrato com grande gravadora e conquistar projeção mundial Calvin Harris já era artista consagrado nas redes sociais, como o MySpace. I Created Disco carrega nas referências à Human League.

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09 – Joe Jackson – Beat Crazy

David Ian Jackson aka Joe Jackson não pode praticar esportes durante infância e adolescência por causa de fortes crises de asma. Por outro lado o interesse em música, aprender a trocar instrumentos e seguir carreira artística foram decisões acertadas.

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Corpus Christi significa celebrar o ministério da Eucaristia, algo como renovar os fotos cristãos. Com todo respeito à religião católica aproveito para também renovar o meu compromisso com os bons sons. Para conhecer as edições anteriores do Dez Capas e dose_INDIE clique aqui. Até sexta que vem.

Top 100 dos anos 00 e você está velho

AS 100 PRINCIPAIS MÚSICAS DOS ANOS 2000 E VOCÊ ESTÁ FICANDO VELHO – POR ZÉ MÁRIO

Olá pessoal do Dezcapas, quanto tempo não é? Sei que mereço um puxão de orelha pela falta de postagens aqui, foi puro relaxo, mas prometo voltar com todo vapor e dedicação. Desculpas mal dadas à parte, hoje posto uma lista que o semanário britânico “New Music Express” postou, contendo as 100 principais músicas dos anos 2000 (to começando a ver q o tempo está passando, lista das 100 principais dos anos 2000?!). Eu Ainda estou a pensar sobre esta lista, fiquei sabendo ontem e não consegui formar opinião, tenho que lembrar o impacto que estas músicas causaram na época…enfim. Chega de Blablablá e vamos à lista. Vou colocar as capas de 10 em  10 da lista (1º lugar, 10º lugar, 20º lugar e assim por diante). Bora?

1º lugar – Beyonce – Crazy In Love

Pois é, quem levou o topo da lista é a Srª Jay-Z. Me lembro o quanto esta música tocou na época. Antes eu não aguentava ouvir essa coisa de tanto tocar. Não gosto ainda, mas tenho que admitir que merece a classificação. Não lembra? veja abaixo>>>

2º a 9º lugar:

2- MGMT – Time To Pretend
3- The Strokes – Hard To Explain
4- MIA – Paper Planes
5- Outkast – Hey Ya!
6- The Rapture – House Of Jealous Lovers
7- Klaxons – Golden Skans
8- Blur – Out Of Time
9- Arcade Fire – Rebellion (Lies)

10º lugar – Arctic Monkeys – A Certain Romance

Quando o Arctic Monkeys estourou era em meados de 2007/2008 e eles foram uma das primeiras bandas a mostrar que se podia ser independente e fazer sucesso a nível mundial através da internet (eles devem muito ao YouTube). Eu não me lembro exatamente o título, mas eles ganharam uma premiação britânica que o Oasis concorria junto e não levou…deixando assim os irmãos Ghallager #chateados e irritados. Sim, por mim ficaria até com uma posição melhor que a décima, mas ainda bem que ficaram nessa colocação para eu poder comentar!

11º a 19º lugar

11- The Libertines – Can’t Stand Me Now
12- The Streets – Dry Your Eyes
13- The Walkmen – The Rat
14- The White Stripes – Seven Nation Army
15- Yeah Yeah Yeahs – Bang
16- Rihanna – Umbrella
17- Yeah Yeah Yeahs – Maps
18- Outkast – Ms Jackson
19- Radiohead – Reckoner

20º lugar – Hot chip – Over and Over

Eu sinceramente não conhecia essa música até agora então não deveria nem estar nessa lista. Ouvi a música…nhéee vai, não sei não…não curti. Last night que está em 22º merecia mais. Escutem e digam o que acham>>>

21º a 29º lugar

21- The White Stripes – Fell In Love With A Girl
22- The Strokes – Last Nite
23- Muse – Knights Of Cydonia
24- Doves – There Goes The Fear
25- rcade Fire – Wake Up
26- Amy Winehouse – Rehab
27- Justice Vs. Simian – e Are Your Friends
28- Arctic Monkeys – I Bet You Look Good On The Dancefloor
29- LCD Soundsystem – Losing My Edge

30º Lugar – Franz Ferdinand – Take me out

Sim, quando essa música apareceu foi uma febre, todos queriam o Franz Ferdinand, inclusive o  a nossa “revista semanal” Fantástico dedicou uma matéria na época. Na realidade essa música é uma regravação. Concordo com a colocação, e poderia ser até mais próximo do topo.

31º a 39º lugar

31- Bloc Party – Banquet
32- Jay-Z & Alicia Keys – Empire State Of Mind
33- Queens Of The Stone Age – No One Knows
34- The Hives – Hate To Say I Told You So
35- At The Drive-In – One Armed Scissor
36- Missy Elliott – Get Ur Freak On
37- Crystal Castles – Alice Practice
38- Doves – The Cedar Room
39- Girls Aloud – Sound Of The Underground

40º lugar – Kanye West – Gold Digger

Não sou muito fã desse estilo de música, mas respeito e reconheço o quanto é influente esse estilo. Sobre o Kanye West conheço pouca coisa, mas ele tem ums clipes muito bons (isso não se aplica ao clipe dessa música). Ele sempre pira nesse ursinho aí e em alguns clipes ele entrea também. Não posso opinar o quanto foi importante essa música, então, escutem aí>>>

41º a 49º lugar

41- The Killers – Mr Brightside
42- Gossip – Standing In The Way Of Control
43- Coldplay – Clocks
44- Battles – Atlas
45- Dizzee Rascal – Fix Up, Look Sharp
46- Lily Allen – Smile
47- Britney Spears – Toxic
48- Vampire Weekend – A-Punk
49- Jay-Z – 99 Problems

50º lugar – Kasabian – Empire

Esta banda junto com outras como Libertines, The Verve e Keane são uma incógnita. Tiveram um sucesso relativamente grande na época em que estouraram e o som era promissor…mas ficaram contidas à sua época, parece que não decolaram (Keane de vez em quando dá as caras, inclusive está para lançar disco novo). O Kasabian é  legal, mas tem algum problema que não permitiu “decolar”. Bem, desabafo à parte, vamos ouvir a faixa que ocupa a 50ª colocação>>>

51º a 59º lugar

51- Daft Punk – Harder, Better, Faster, Stronger
52- La Roux – In For The Kill
53- The Libertines – Time For Heroes
54- Sufjan Stevens – Chicago
55- The Xx – Islands
56- The Coral – Dreaming Of You
57- Elbow – One Day Like This
58- Radiohead – Everything In Its Right Place
59- Interpol – Evil

60º lugar – Regina Spektor – Us

Sempre esbarro com esta cantora, mas até agora não tomei vergonha na cara de ouvir mais sobre o trabalho dela. É interessante o que vi até agora dela, mas não sabia que teve tal peso nas músicas da nossa última década completa (mas acho q a música que vem logo a seguir na classificação merecia MUITO mais [back to black da finada Amy]. Sem mais blablabla, escutem aqui>>>

61º a 69º lugar

61- Amy Winehouse – Back To Black
62- Spiller – Groovejet (If This Ain’t Love)
63- Babyshambles – Fuck Forever
64- Jamie T – Sheila
65- Wolfman – For Lovers
66- Friendly Fires – Paris
67- The Vines – Highly Evolved
68- Kings Of Leon – Red Morning Light
69- Super Furry Animals – Slow Life

70º lugar – Primal Scream – Accelerator

Acho que se alguém ler o que vou falar a seguir serei xingado…pois o nome Primal Scream eu sempre conheci, mas nunca quis saber q caralho estilo de som eles fazem. Essa faixa é até legal, um bom e velho rock barulhento. Como não tenho muito o que opinar, vamos direto ouvir a música >>>

71º a 79º lugar

71- Kelis – Milkshake
72- The Knife – Heartbeats
73- Eminem – Without Me
74- Kylie Minogue – Can’t Get You Out Of My Head
75- TV On The Radio – Staring At The Sun
76- Gnarls Barkley – Crazy
77- The Cribs – Men’s Needs
78- Glasvegas – Daddy’s Gone
79- Muse – Plug In Baby

80º lugar – Futureheads – Hounds of love

Outro caso igual a Primal Scream, só me contenho a dizer isso sobre a banda. A música? Não gostei (mas tá em 80º lugar mesmo…). Escuta ai>>>

90º lugar – Eminem – The real slim Shady

Olha, se estamos falando dos anos 2000 e colocar Eminem em 90º colocação deixa a lista aberta a questionamentos. O que esse rapper revolucionou não foi pouco. É branquelo e os clipes/letras são sempre muito sarcásticos. Realmente ele merece lugar bem melhor (tipo o do Kasabian por exemplo) nesse ranking. Escuta aí vai, brotha>>>

91º a 99º lugar

91- CSS – Let’s Make Love And Listen To Death From Above
92- Johnny Cash – Hurt
93- The Big Pink – Dominos
94- Animal Collective – My Girls’
95- The Killers – All These Things That I’ve Done
96- Crystal Castles – Crimewave
97- Sugababes – Round Round
98- Morrissey – Irish Blood, English Heart
99- Flaming Lips – Do You Realize??

100º – Maximo Park -’Apply Some Pressure’

Outro que nunca ouvi falar ante é quem fecha a lista top 100/Dezcapas. Olha, tirando a cara do ator que fez “O virgem de 40 anos”, o clipe é bom e a capa também. Quem sabe eu procure mais né? Escute a última faixa deste post>>>

Bem, é isso. até a próxima quarta (apareço sem falta!)

GOD SAVE Pepper Spray at 45 Years Old

Domingo passado, dia 27 de maio, a polícia usou spray de pimenta para conter multidão que não conseguiu entrar no Parque da Independência, em São Paulo, para assistir Franz Ferdinand, atração principal do Cultura Inglesa Festival. Levando em consideração a popularidade da banda e por ser apresentação de graça, a situação fugir ao controle seria previsível, não? Considerei a possibilidade em assisti-lo e conferir também The Horrors. Como estava fora da cidade fui salvo da ardência. Essa semana usei o plano B. A dose_INDIE é MINI.

01 – Franz Ferdinand – Do You Want To

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“…here we are at the transmission party
I love your friends
they’re all so arty
oh yeah…”

02 – The Horrors – I Can See Through You

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“…some people see you
to me you’re just see-through
no one remembers your name
no one tries…”

03 – Franz Ferdinand – The Fallen

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“…did I see you in a limousine
flinging out the fish and the unleavened
turn the rich into wine
walk on the mean
for the fallen are the virtuous among us
walk among us
never judge us
yeah we’re all…”

04 – The Horrors – Changing The Rain

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“…I can only happen
I and I want it back again
I could only happen
I and I’d want you back again
if only you’d get back in time
open your eyes”

Há exatos 45 anos foi lançado Sgt. Peppers Lonely Hearts Club Band, tentativa BEM SUCEDIDA de superar a dor de cotovelo que Paul McCartney sentiu depois que escutou Pet Sounds, dos Beach Boys. Lembro que na minha infância e começo de adolescência escutava as músicas dos Beatles, mas sempre isoladamente. Sargento Pimenta foi o primeiro disco na íntegra.

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Para encerrar a MINI dose_INDIE deixo para o Sex Pistols a trilha, as avessas, do Jubileu de Diamante da Rainha Elizabeth 2°, festividade que oficialmente começará amanhã estendendo-se por quatro dias. GOD SAVE THE QUEEN.

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