"descapando" discos de rock, sempre em listas top 10 | por Ziegler, Zé Mário e Lex

Posts marcados ‘Amy Winehouse’

World of Jazz

GRANDES NOMES DO JAZZ – POR ZÉ MÁRIO

Olá pessoal, como vai a tarde de vocês?

Hoje trago alguns nomes expoentes de um estilo de música muito complexo, tanto em suas composições, quanto em sua história de como surgiu e tomou o patamar que tem hoje em dia: o JAZZ.

Em alguns artigos que li, quando os negros eram transportados para a américa, os que não morriam durante a viagem eram obrigados a dançar, como um jeito de uma saúde física razoável. Os negros ironizavam os estilos de danças dos brancos, e acrescentando, também, suas referências da própria cultura. Os primeiros instrumentos a serem utilizados eram o banjo e os tambores (esses foram banidos após uma determinada época afim de evitar que os negros “evocassem” seus antepassados. Nova Orleans, Chicago e Nova York são os principais redutos no início do jazz, mas Nova York foi importante não por ter muitos músicos do estilo, e sim por ser fundamental na difusão do mesmo.

O jazz é marcado principalmente por ter bandas gigantescas e por ser uma música de improviso, onde os arranjos são criados na hora com base na linha harmônica.

Após esta breve história, vamos ver dez exemplos de Jazz men e bandas que carregam em seu DNA as características do Jazz:

Dizzie Gillespie

Tompetista muito talentoso, foi ele também que trouxe latinos e africanos (africanos msm, não descendentes) para o estilo. Sua característica era seu trompete com a campânula inclinada a 45º e suas enormes bochechas, característica de alguém que ignorava que era ensinado não inchar as bochechas enquanto toca. Vamos ouvir A night in Tunisia:

John coltrane

Considerado o maior saxofonista tenor de jazz, ele teve seu auge entre as décadas de 50’s e 60’s. Ele não somente tocou e gravou jazz, mas sim rock e música erudita também. Vamos ouvir Acknowledgement:

Louis Armstrong

Trompetista, cantor, saxofinista…não só um jazzman, mas também uma importante personalidade da história norte-americana. Ele viveu em Chicago e você, caso não o conheça, já conheceu sua voz ímpar, que deu vida também à música “What a wonderful world”. Como já foram duas músicas de jazz instrumental, vale agora ouvir a famosa música gravada por ele, tema do filme O mágico de OZ:

Jamiroquai

Hoje em dia esta banda se resume só a seu vocalita, Jay kay. Neste album que ilustra logo acima, foi, no meu gosto, o melhor. Com um groove muito bom, os integrantes originais faziam enorme diferença ao que é atualmente o Jamiroquai (principalmente o baixista). Falo sobre esta banda pois é um belo exemplo dos desdobramentos do jazz, que é o Fusion e soul music, fora o Blues, Bebop, rock e um fio principal até da nossa MPB. Vamos ouvir a faixa-título do album: Space cowboy

Hipnotic Brass ensemble

Eles tocam na rua. É uma banda composta somente por metais e uma bateria. Seu palco? As ruas e metros de Nova york. O som desta banda é a raiz das big bands do começo do jazz, bem como a sonoridade e batidas do hip hop atual. Tenho um apego em especial por esta banda apesar de conhecer pouco sobre eles, mas o som é demais. Agora, vamos parar de vomitar arco-iris e ouvir a música WAR:

Kilimanjaro Darkjazz ensemble

Com uma pegada a la The kills no vocal, é uma música sombria, mistura também lounge music e rock,  bem arranjada e com características bem fortes do jazz, como  bateria bem marcada no prato de condução e instrumentos de sopro. Conheci esta banda há pouco tempo, mas o tudo o que ouvi até agora é muito bom. Vamos ouvir a música Lobby:

The Mars volta

Como ninguém sabe direito que porra de estilo é o The Mars Volta é uma banda experimental, um de seus “rótulos” é o Acid Jazz. Para muitos isso não é muito visível, mas ao prestar atenção em suas músicas – ainda mais ao vivo – pode-se enxergar claramente o lance do improviso. Vamos ver um trecho de um show ao vivo dos caras para entender um pouco mais o que seria The Mars Volta:

___________________As vozes femininas do Jazz___________________

Seria um crime deixar de lado as importantíssimas vozes femininas que fazem parte do Jazz de antes e agora (do futuro não, porque não sou vidente né? haha).

Billie Holiday

Filha de pais muito novos (o pai tinha 17 anos. A mãe, 13), é considerada senão a maior, uma das maiores cantoras de Jazz da história. Descobriu seu dom para cantar quando ela e sua mãe (o pai era bandolista, abandonou as duas e seguiu viagem com uma jazzband) estavam para ser despejadas da casa. Ela entãos e ofereceu em uma casa noturna como dançarina – um verdadeiro desastre – até que o pianista da casa perguntou se ela sabia cantar…saiu com emprego fixo de lá. Suas principais influências foi Louis Armstrong e Bessie Smith; Vamos ouvir sua bela voz na canção I’ll be seeing you:

Esperanza Spalding

Ela com quatro anos assistiu uma apresentação de violino e, um ano após (míseros 5 anos de idade) estava também já tocando violino. Aos quinze anos era primeira violinista d euma orquestra comunitária de Oregon. Sua grande característíca é seu lindo cabelo  Black power e o fato de tocar com uma personalidade muito própria o baixo (aqueles grandões). Vamos ouvir uma homenagem que ela fez ao Stevie Wonder, Overjoyed:

Amy Winehouse

Personalidade muito forte, voz mais forte ainda. Sua vida foi curta e a fama foi meteórica, abrindo novamente as portas para as cantoras britânicas (sim, somente após ela q os produtores voltaram a olhar para o país da rainha e descobrir posteriormente nomes como Adele, Janele Monaé e afins).

Infelizmente ela morreu há  pouco menos de um ano aos 27. Sua vida foi marcada por drogas e inúmeras Brigas com seu ex-marido Blake Field. Para fechar este post, vamos ouvir a música que mais gosto dela: In my bed:

Até mais Pessoal 😉

Anúncios

Sopro de vida

CAPAS ANIMADAS – POR ZÉ MÁRIO

Olá pessoal, boa sexta para todos!

Esta semana vi pelo twitter um link rolando de um trabalho de um artista que estava animando em GIF capas de discos, e na hora vi que era o tema perfeito para hoje.

O artista que faz estas capas se chama Mr Dormouse, e ele pira em animações em GIFS. A piração dele rendeu inúmeras capas que ficaram animais com movimentos!

Então vamos lá para as Dez capas que criaram vida própria:

R.E.M Collapse in to now

The White Stripes – Get me behind the Satan

Klaus nomi

Florence & the machine – Lungs

The More you ignore me, the closer i get. Morrissey

Lou Reed – Transformer

Fever ray – Fever ray

The Smiths – The Smiths

Amy Winehouse – Frank

The Cardigans – Gran Turismo

Como o WordPress mudou e eu me confundi na hora de inserir os vídeos e me irritei, preferi colocar duas capas bônus para compensar. Vamos lá:

Gorillaz

Iggy Pop – the idiot

O site onde o cara posta as capas é o animated albums. entrem lá e divirtam-se 🙂

Vinte e sete

As 10 melhores capas de artistas que morreram com vinte e sete anos. Por Ziegler

Mês passado Amy Jade Winehouse foi encontrada morta em seu apartamento. E isso nem foi surpresa. Todos já esperavam por este fim para a talentosa e pequena Amy. O que não achavam que aconteceria ainda este ano. Ela  finalizava um novo disco e enfrentava problemas sérios com drogas, bebida e as vaias de seus fãs em apresentações desastrosas pelo mundo.
Amy tinha 27 anos completos, e sendo assim, temos mais uma vez reacesa a chama da Maldição dos Vinte e Sete!! Aaaaha ha haha (risada de Vincent Price). Pura coincidência? Teria Sra Winehouse abusado naquela noite sabendo que se desse merda, ok, isso seria aos 27 anos? Um quase suícidio?

Enfim, a cantora inglesa morreu com esta idade e isso não faz dela um mito. Longe disso. Muito talentosa, lançaria grandes discos. Só que Hendrix, Morrison, Joplin, Jones e Cobain contribuíram muito mais, fizeram mais história, e com a mesma idade. E até em condições piores, no que se diz respeito à drogas.
Inauguro assim, com essa “deixa” de Amy Winehouse, a minha primeira lista top 10 do DezCapas. Aqui estão, aqueles que morreram com vinte e sete anos e suas melhores capas. Comente, discorde, dê sugestões. Participe!..É divertido!

Morrison Hotel – The Doors

Uma capa simples mas que ganha nos detalhes. A banda posada, o nome do hotel pintado no vidro, a persiana quase anunciando o fechamento do estabelecimento, um Jim Morrison com cara de gerente e algumas placas. Curiosamente uma dessas placas avisa que os quartos saem pelo preço de 2,50 a diária, seria bem sugestivo nos dias de hoje vender cada música do disco por este preço, via downloads de mp3.

Let it Bleed – Rolling Stones

Let it Bleed é o último disco com a participação de Brian Jones. Apenas duas músicas e nem como guitarrista. Expulso da banda, meses depois apareceu morto em sua casa boiando na piscina. Dizem que sua morte é um mistério, até existe uma fulana que garante que o culpado pela morte do músico foi justamente seu pai, que na época trabalhava como pedreiro na casa do Stone. Na capa de LiB, vários elementos: Um rolo de filme, uma pizza, um pneu, a face de um relógio e um bolo…todos juntos mais o vinil de Let it Bleed na vitrola dos (the) Rolling Stones. A obra é uma escultura de Robert Brownjohn. Obs.: Para escolher a capa dos Stones apenas os discos que Brian Jones participou, ou seja, de 1964 a 69.

Cheap Thrills – Big Brother and the Holding Company

Último disco de Janis Joplin na banda Big Brother and the Holding Co. A ilustração é do genial cartunista Robert Crumb, em cada quadro um desenho para cada canção do disco.

Beggars Banquet – The Rolling Stones

Mais uma dos Stones. Um banheiro público, daqueles que você encontra em beira de estrada, cheio de inscrições obscenas. Esta arte original só foi utilizada no relançamento em CD, já que na época havia sido proibida na Inglaterra e EUA. No caso do vinil, apenas uma capa branca com os dizeres RSVP (abreviatura de Responda por favor, utilizada em convites de casamento).

Axis Bold as Love – Jimi Hendrix

Uma grande curiosidade sobre esta capa, Hendrix odiou!! O lendário guitarrista havia encomendado uma arte com índios americanos e o departamento de arte da gravadora entendeu Indianos!!! E ainda por cima, a arte é uma cópia da obra Viraat Purushan-Vishnuroopam. Pois bem, mas ficou bem bacana e se tornou uma das mais belas da história do rock. Sorry Jimi.

Nevermind – Nirvana

Ok..ok.. Muitos dirão que esta deveria ser a grande campeã. Mas não, respeito aos mais velhos é bom e conserva os dentes. Claro que é muito criativa e aparece como uma provocação as bandas da época que corriam desesperadamente atrás do sucesso comercial. Méritos para o peruzinho do bebê que chamou a atenção do mundo para o Nirvana. Claro que depois todos prestaram atenção nas músicas. A capa, que já se tornou clássica, foi refeita com o próprio garoto com 17 anos e Bart Simpsons repetiu a façanha numa homenagem da revista Rolling Stone.

L.A. Woman – The Doors

A paleta de cores, a simplicidade do layout e uma fonte (tipo de letra) excessivamente usada em diversos discos de rock, vide Pet Sounds dos Beach Boys. Neste L.A. Woman, temos a banda como Doors e não The Doors.

Pearl – Janis Joplin

Uma bela foto, Janis sentada numa poltrona estilo colonial e uma iluminação impecável. Na capa original temos apenas o título do disco, isso porque na época esse era um disco da Full Tilt Boogie Band, que Joplin cantava. Depois de sua morte o disco foi relançado com a mesma capa e desta vez com seu nome, Janis Joplin, abaixo da escrita Pearl.

Back to Black – Amy Winehouse

Prestou atenção na capa da Janis Joplin? Você vê alguma semelhança entre elas? Pois bem, eu sim. As duas estão sentadas numa poltrona/cadeira. No plano de fundo, no canto direito, uma iluminação azulada. E até a letra (fonte) utilizada em Amy Winehouse é uma derivação da mesma usada na escrita Pearl. Seria uma homenagem?

10º

Are You Experienced – Jimi Hendrix

E finalmente no último lugar, não menos importante, nossa capa de Are You Experienced. Um dos discos mais importantes do rock de todos os tempos. A arte não tem nada de mais, é um exemplo daquilo que havia de mais comum na concepção de uma capa de rock. Talvez por isso o importante aqui é o conteúdo e não a embalagem.

Este foi o meu primeiro post para o DezCapas, espero que tenham gostado. E para finalizar um video do top1 com Roadhouse Blues.
“Ladies and Gentlemen, from Los Angeles, California: THE DOORS!!!”

Nuvem de tags

%d blogueiros gostam disto: