"descapando" discos de rock, sempre em listas top 10 | por Ziegler, Zé Mário e Lex

Posts marcados ‘Black Rebel Motorcycle Club’

dose_INDIE COQUETEL

O Dez Capas têm novidades. Zig, Zé e eu, além dos nossos posts oficiais, faremos pequenas participações nos demais dias da semana. Abordaremos assuntos relacionados à música e o que for relevante no momento. Aproveitando que começou a ser vendido os ingressos para o show do Morrissey em São Paulo, para minha primeira escrevi sobre a imagem de divulgação da turnê que mostra o cantor com um gato na cabeça. As músicas dessa dose_INDIE celebram COQUETEL, nome de minhas inserções fora da sexta-feira.

01 – Lowline – Lost Touch

O disco de estréia foi lançado em 2011. A banda dedicou o ano anterior inteiro à sua produção, tanto que todos os integrantes moravam juntos num velho galpão, em Manchester. Oasis e Joy Division foram a trilha desse período.

02 – The Cinematics – Break

A banda existe desde 2003, e demorou quatro anos para começar a ter projeção. Depois da turnê européia com The Editors, o contrato com gravadora foi assinado. The Cure e Echo And The Bunnymen são as referências.

03 – The Rakes – Retreat

“22 Grand Job” foi o single responsável pelo sucesso de The Rakes no mundinho indie. A lenda urbana diz que a banda surgiu em vôo de Londres para Amsterdam, durante conversa informal para passar o tempo. A história mais convincente é a que eles são amigos desde infância.

04 – Black Rebel Motorcycle Club – Berlin

Quando Baby 81 chegou às lojas houve expectativa se agradaria tanto quanto Howl, lançado dois anos antes. Alguns críticos o consideraram mais do mesmo. A eterna comparação ao Jesus And Mary Chain não foi superada.

05 – Pink Grease – Fever

Antes de assumirem definitivamente o nome atual, a banda chamava Buttfuckers. Suas músicas são definidas como punk disco, mais equipamentos analógicos. Há edição de luxo do disco This Is For Real com DVD que registra os bastidores da turnê The Nasty Show.

06 – Relaxed Muscle – Sexualized

Pode não parecer, mas acima da palavra Muscle, na capa do disco, é Jarvis Cocker do Pulp. Relaxed Muscle foi projeto que ele desenvolveu com Richard Hawley. O uso de maquiagem e roupa com desenho de esqueleto humano foram propositais para “manter secreta” sua identidade.

07 – Vatican DC – Antisocial

Banda irlandesa formada por Steve (?) nos vocais; Daniel Lindegren, guitarra base; Chris Gentry, segundo guitarrista; Luca Spoto, no baixo e baterista Tal Amiran. A melhor definição para o som que eles fazem foi The Libertines on Viagra.

08 – The Hong Kong – Galaxies

As oito músicas do EP de estréia Rock The Faces duram menos de trinta minutos. Tempo suficiente para a banda mostrar o que sabe fazer de melhor, e curto suficiente para deixar vontade de querer ouvir mais.

09 – White Rose Movement – Love Is A Number

Desde que o single “Love Is A Number” foi lançado, a soma é simples: dance punk + electro + Depeche Mode = White Rose Movement. Neste período a banda fazia os shows de abertura de Pink Grease.

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dropZ e Hidden Track são os projetos desenvolvidos pelo Zig e Zé. Nossa intensão é preencher todos os dias da semana com conteúdo inédito. O blog ficará mais interessante para quem lê. Tendo em mente a ideia de “ajudar a passar o tempo” escolhi o nome COQUETEL como referência ao simpático livrinho de palavras cruzadas. Para conhecer as edições anteriores da dose_INDIE e Dez Capas clique aqui. Até sexta que vem.

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Discurso CONSCIENTE

Até domingo passado queria ir ao SWU, mas depois de assistir o Planeta Terra desencanei. Passou. Já cantei pra subir. A proposta do festival é interessante. Starts With You, Começa Com Você é o movimento de conscientização em prol da sustentabilidade que tem o intuito de mobilizar o maior número de pessoas em torno da causa, mostrando que, por meio de pequenas ações, com simples atitudes individuais do dia a dia, é possível ajudar a construir um mundo melhor para se viver.

1. Primus – Pork Soda

Nos anos 90 Pork Soda foi um dos discos estranhos a freqüentar as primeiras posições do Top Ten americano, segundo opinião da crítica especializada. “My Name Is Mud” é minha música preferida da banda.

2. Primus – Brown Album


Primeiro disco sem a participação do baterista Tim Herb Alexander, substituído por Brian Brain Mantia. “Over The Falls” é minha segunda música preferida.

3. Faith No More – Album Of The Year

Disco gravado em 1997 no estúdio caseiro do baixista Billy Gould e último registro com inéditas. GOSTO da música, do clima de tensão e revelações em “Stripsearch”.

4. Alice In Chains – Facelift

Lançado um ano antes de Nevermind, clássico de Nirvana, Facelift foi um dos discos que sinalizou a efervescência criativa de Seattle. Com a morte por overdose do vocalista Layne Staley, em 2002, a banda ficou sem gravar até 2009, quando William Duvall, do Comes With The Fall, assumiu o microfone.

5. Alice In Chains – Alice In Chains

O Movimento Grunge começava a perder força quando o disco foi lançado. Em 1997 a banda foi convidada a gravar apresentação para o MTV Umplugged. Performance IMPECÁVEL e fino set list. GOSTO do tom sombrio em “Frogs”.

6. Black Rebel Motorcycle Club – B.R.M.C.

B.R.M.C., disco de estréia da banda de San Francisco, remete a sonoridade britânica de Jesus And Mary Chains, Ride, Stone Roses, entre outros. A produção ficou por conta dos próprios.

7. Black Rebel Motorcycle Club – Take Them On Your Own

O segundo lançamento demonstra maturidade criativa. Característica dificilmente encontrada em bandas iniciantes.

8. Sonic Youth – Goo

Goo carrega o fardo de superar a expectativa gerada por Daydream Nation e não decepcionou. Chuck D, vocalista do Public Enemy, fez participação especial.

9. StoneTemple Pilots – Nº4

Os problemas pessoais e dependência química de Scott Weiland são percebidos em todo disco. Músicas como “Down” e “Heaven & Hot Rods” remetem a “Sex Type Thing”.

10. StoneTemple Pilots – Stone Temple Pilots

Depois de quase uma década separados, Stone Temple Pilots celebra à volta aos velhos tempos, como um grande amigo comentou. De todas as atrações do dia14, a banda era a que mais gostaria de rever. Assisti a apresentação de 2010, em São Paulo.


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A ideia do festival SWU nasceu da iniciativa de Eduardo Fischer, meu “colega” de profissão, e parte da convicção de que pequenas atitudes podem gerar grandes mudanças. NOBRE CAUSA, Eduardo, mas todo esse ENGAJAMENTO e prática do DISCURSO “CONSCIENTE” precisam ser realizados FORA da cidade de São Paulo?

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Para ler as edições anteriores clique aqui. Até semana que vem.

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