"descapando" discos de rock, sempre em listas top 10 | por Ziegler, Zé Mário e Lex

Posts marcados ‘Certain People I Know’

a PRIMEIRA vez…

Sexta-feira, 27 de julho, Your Arsenal, terceiro disco de inéditas de Morrissey, completou 20 anos. Na minha opinião este é o melhor disco de sua carreira solo. Atrasei para fazer merecida homenagem porque soube da comemoração depois que havia publicado ROLOU um clima. Essa dose_INDIE é especial. É a primeira vez que todas as músicas do podcast foram tiradas de único disco. Elas estão na ordem em que foram lançadas. Your Arsenal, de certa forma, serviu de trilha para fase de minha vida que guardo com carinho, mas a história completa ficou para o final.

01 – You’re Gonna Need Someone On Your Side

Se compararmos a tudo que Morrissey havia lançado “You’re Gonna Need Someone On Your Side” soa ABSURDAMENTE nova. Guitarra pesada, riff esperto. Nem parecia Morrissey, mas felizmente era. Mérito para Mick Ronson, ex-guitarrista de David Bowie e produtor de estúdio. Esta foi a primeira. Ainda faltavam nove músicas e lembro que já havia gostado do disco inteiro.

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02 – Glamorous Glue

Your Arsenal foi o primeiro disco sem as letras no encarte (o motivo você vai entender logo mais). Nele há apenas foto de Charlie Richardson, gangster inglês, com sua filha de dois anos no colo. Mesma imagem foi utilizada para capa de release da turnê européia. Para ver o resultado clique aqui.

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Para “Glamorous Glue” foi feito apenas clipe. Em 2010 a música foi lançada como single. No labo B estavam “Safe Warm Lancashire Home” e “Treat Me Like A Human Being”, escrita em parceria de Chrissie Hynde, de The Pretenders.

03 – We’ll Let You Know

Durante a fase de divulgação foram filmados seis clipes para Your Arsenal. “We’ll Let You Know” foi uma das músicas não-escolhidas. Morrissey foi questionado e acusado de ser simpático à ação de hooligans. Confira trecho da letra:

“…we may seem cold or we may even be
the most depressing people you’ve ever known
at heart, what’s left, we sadly know
that we are the last truly british people you’ll ever know
we are the last truly british people you will ever know
you’ll never never want to know”

Em defesa ele declarou: “I understand the level of patriotism, the level of frustration and the level of jubilance. I understand the overall character. I understand their aggression and I understand why it must be released. I’m not a football hooligan. You might be surprised by that. But I just understand the character. I just do.”

A imagem acima foi utilizada como capa do release da turnê americana. Ela foi registrada por Derek Ridgers, em 1980, e chama Skinhead Girls – Bank Holiday.

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04 – The National Front Disco

Outra não-escolhida para clipe foi “The National Front Disco.” Desta vez o incômodo foi por criticar a Frente Nacional Britânica, grupo de extrema direita.

“david, the wind blows
he wind blows
bits of your life away
your friends all say
“where is our boy? oh, we’ve lost our boy”
but they should know
where you’ve gone
because again and again you’ve explained that
you’re going to

oh, you’re going to
yeah, yeah, yeah, yeah
ENGLAND FOR THE ENGLISH!
ENGLAND FOR THE ENGLISH!…”

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Sobre o assunto Morrissey argumentou: “I like to feel, in some small way, that I’m not actually restricted in anything I wish to write about. Of course, within the exciting world of pop music, the reality is that we are restricted. Whether you chose to write about wheel-chair bound people, November Spawned A Monster, or the subject of racism, The National Front Disco, the context of the song is often overlooked. People look at the title and shudder and say, Whatever is in that song shouldn’t exist because the subject, to millions of people, is so awful.”

Um pouco de história. Em 1996 foi lançado Introducing Morrissey, registro de apresentação que envolvia os discos Your Arsenal e o recém lançado Vauxhall And I. Os dois clipes acima foram retirados deste home video.

05 – Certain People I Know

Alguns críticos escreveram que “Certain People I Know” é parecida demais com “Ride A White Swan” de T Rex. Em setembro de 92 Mozz disse à revisya Q: “I don’t know if you know anything about Marc Bolan, but he took a lot of inspiration from rock’n’roll. If, for example, you listen to early Carl Perkins you’ll probably hear Marc Bolan playing ‘Ride A White Swan’ in the background… although I doubt it…”

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“Certain People I Know” parece ou não com “Ride A White Swan”? Tire sua conclusão.


06 – We Hate It When Our Friends Become Successful

Primeiro single. Na parada inglesa não subiu além da décima sétima posição. Já na terra do Tio Sam ocupou durante semanas o segundo lugar do Top Ten. Com Your Arsenal Morrissey foi indicado à categoria Best Alternative Music Album, do Grammy, mas perdeu o caneco para Bone Machine, de Tom Waits.

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07 – You’re The One For Me, Fatty

Segundo single. Embora pareça letra de amor “You’re The One For Me, Fatty” foi provocação para Chas Smyth, um dos vocalistas de Madness. Ele e Morrissey eram amigos, tanto que Smyth fez segunda voz em “That’s Entertainment, cover em homenagem ao The Jam. Em 1990 Mozz o convidou para ser seu empresário, mas o convite não foi aceito. Smyth declarou: “I didn’t fancy having to iron his socks.”

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08 – Seasick, Yet Still Docked

Como mencionei no item 3 seis clipes foram filmados, mas apenas 5 divulgados. “Seasick, Yet Still Docked” permaneceu inédito até 2000 quando foi lançado como principal novidade do DVD Oye Esteban! Foto registrada por Anton Corbijn no quintal da casa de Morrissey durante período que morou em Los Angeles.

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09 – I Know It’s Gonna Happen Someday

Morrissey nunca escondeu que David Bowie foi uma de suas principais referências para escolher a carreira de cantor. Os riffs finais de “I Know It’s Gonna Happen Someday” que lembram “Rock’ N’ Roll Suicide” não foram para homenageá-lo e nem intencionais. Ele declarou: “The ‘Rock And Roll Suicide’ riff was an absolute accident. David Bowie mentioned to Mick that he thought the end of the song was from ‘Rock And Roll Suicide’ and it’s true, now that I listen I can hear it, but at the time it was completely accidental. It wasn’t something that Mick threw on or instigated. It was an accident.”

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Bowie ou fez que não entendeu ou ENTENDEU e mesmo assim resolveu agradecer o reconhecimento de Mozz, e lançou sua versão de “I Know It’s Gonna Happen Someday” em Black Tie, White Noise, de 1993.

Compare as duas opções. Na original fique atento à partir de 2 minutos e 14 segundos. Na versão de Morrissey preste atenção em 2 minutos e 58 segundos.


10 – Tomorrow

Antes da Europa a gravadora investiu primeiro no mercado americano e o resultado surpreendeu. Assim que lançado o single ocupou a primeira posição da parada da revista Billboard. Os seis clipes de Your Arsenal na verdade são sete. Para “Tomorrow” há duas versões. A original é esta que está no post. A segunda opção também foi divulgada como novidade do DVD Oye Esteban! e você consegue assisti-la aqui.

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…há 20 anos.

1992. Estava no terceiro colegial. Éramos uma turma de aproximadamente 10 amigos, entre meninos e meninas. Na maior parte do tempo estávamos juntos fosse para curtir balada, churrasco na casa de um, nadar na casa de outro. No início do ano letivo uma amiga, vinda de São Paulo, entrou para o bando. Diferente das meninas da turma a Priscila curtia rock and roll e indie rock. Minha identificação foi imediata. Naquela época a MTV estava bombando. Em Piracicaba era possível sintonizar apenas por antena parabólica. Era legal conversarmos sobre tal clipe, sobre as vinhetas que ENCHIAM os olhos. Os VJs eram atração à parte. Quem não queria ser amigo do Thunderbird? Quem não curtia o jeitão malucão da Maria Paula? Pô o Gastão entendia PRA CARALHO de rock. A Cuca era gatíssima e povoava a mente dos marmanjos.

De segunda a quinta, das 13 às 14:30hs, ela apresentava Pix MTV. Não lembro como o assunto começou, mas teve um dia na hora do intervalo em que conversávamos eu, Pri, Soraia e Regis. Em determinado momento a Pri soltou: “Se um dia eu for trabalhar na MTV eu vou apresentar o Pix MTV, e vou falar pra eles trocarem o nome do programa pra Prix MTV.” Achei aquela afirmação a coisa mais legal do mundo. Que bacana seria ter um programa de televisão, na MTV e com seu nome. Rimos daquilo tudo e ela continuou: “Então Leandro, você seria o LEX.” FIQUEI MUDO DIGERINDO AQUELA PALAVRA. Soou TÃO SIMPÁTICO, carregava a efervescência do momento, éramos adolescentes, tudo em volta conspirava a favor. Olhei para o Rêgis e soltei: “Você seria o REX.” Claro que ele não gostou porque comecei com brincadeira “Pega, Rex. Pega.” A Soraia seria Sox. Meia (socks) não ficou legal. Matutamos por alguns segundos e saiu Sex-So que foi legal enquanto conversávamos os quatro ali, rimos mais um pouco e o apelido dela durou até voltarmos para o segundo período de aula.

Poucas pessoas me chamaram de Lex Luthor. Uma delas foi o Rodrigo, irmão mais velho da Pri. Um ou outro amigo do colégio também, mas não pegou. Neste mesmo período eu e o Rêgis viramos GRANDES AMIGOS e SOMOS GRANDES AMIGOS até hoje. Curtíamos som juntos, direto eu gravava a programação da MTV na casa dele que tinha parabólica. Ele dirigia e o roteiro de sábado à noite começava às 20hs quando ele programava o video cassete JVC (acho que existe até hoje) para gravar Dance MTV que ia até as 22hs. Muito rapidamente, para não cortar a vinheta de abertura, ele tirava sua fita e colocava a minha para gravar Non-Stop que ia até meia noite. Depois que minha fita já estava gravando, saíamos, curtíamos o que tinha que ser curtido com a turma e na volta, independente do horário que fosse, antes passávamos em sua casa para eu pegar minha gravação. MUITAS VEZES, na verdade TODAS ÀS VEZES que eu chegava em casa já assistia o que tinha sido gravado para conhecer os lançamentos.

Em 1996 fui estagiário em produtora de comerciais para televisão, como comentei em posts anteriores, e acrescentar TV ao apelido foi natural. Na brincadeira veio também Network. Consequentemente a holding lexTV Network é proprietária das empresas lextv, lextv records, lex_designo, dose_INDIE, e possui 50% das ações da Zilex Camisetas. A meta é conquistar 32 territórios com, no mínimo, dois exércitos em cada um. HAJA PSICANÁLISE para administrar todas essas personalidades em apenas uma pessoa. SOCUERRO, Dé.

Em agosto de 1992, na casa da Pri, foi a primeira vez que escutei Your Arsenal.

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Para conhecer as edições anteriores do Dez Capas e dose_INDIE clique aqui. Até sexta que vem.

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Histórias de MORRISSEY

“…I am a simple man, not much to gain or lose…”

Desde 2000 uma das lembranças que mantenho viva da apresentação de Morrissey em São Paulo é a da música “A Swallow On My Neck”. Ela foi lançada no lado b do single Sunny e pouquíssimas vezes interpretada ao vivo. Doze anos depois espero ser surpreendido novamente durante o show que assistirei domingo. Com certeza será uma celebração.

Dia 6, terça-feira, a dose_INDIE completou três anos. Para evitar excesso de comemoração em apenas um post a de hoje será Histórias de MORRISSEY, abordando os layouts de seus discos. Preparei mesmo esquema como as duas edições com as capas do The Smiths*. Não as melhores e sim as que têm histórias. O podcast será publicado sábado.

1. Viva Hate

 

Primeiro disco-solo lançado em março de 1988. Apenas a edição em vinil distribuída na Austrália veio com nome Education In Reverse. A justificativa foi erro de digitação. Em 1997 a EMI relançou o trabalho como parte das festividades de seu centenário. Foram incluídas oito músicas sobras de estúdio da época e nova capa. Dia 26 deste mês o disco será relançado mais uma vez. Ele foi remasterizado por Stephen Street, produtor original e virá com “Treat Me Like A Human Being”, escrita em parceria de Chrissie Hynde, dos Pretenders.

 

2. The Last Of The Famous International Playboys

Pequeno Mozz aos sete anos de idade brincando em árvore de Chorlton-on-Medlock, Sudoeste de Manchester.

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Em 1987 Harvey Keitel não autorizou uso de sua imagem para ser capa de Strangeways, He We Come, último disco de estúdio do The Smiths, mas permitiu usá-la na divulgação da turnê de 1991. Imagem de fundo de palco foi uma das aplicações, como na apresentação acima que faz parte do home video Live In Dallas.

3. Bona Drag

 

Foto capturada do clipe “November Spawned A Monster”, de 1990. Em 2010 o disco foi relançado com seis sobras de estúdio e a cor da camisa voltou ao tom original.

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Atenção aos 4 minutos e 15 segundos do vídeo

Um pouco de história. Talvez o meu cd Bona Drag seja o primeiro do Brasil. Uma amiga da época da escola de inglês viajou para Londres em 1990 e sua volta coincidiria com a data de lançamento do disco. Perguntei se ela aceitava “encomenda” e ela disse sim desde que eu entregasse o dinheiro. Comprei as libras e pedi também Viva Hate. O meu era em vinil. Um dia antes do retorno ela foi “às compras” e achou pequena loja. O proprietário veio ao seu encontro e ela entregou meu bilhete com os nomes dos discos. Um ele disse que tinha (Viva Hate, de 1988). O outro ele comentou que precisava verificar porque havia chegado pacote com as encomendas da semana, mas ainda estava fechado. Ele pediu para ela aguardar e depois de alguns minutos apareceu com Bona Drag na mão. Como o cd não estava cadastrado ele cobrou o mesmo valor da nota, ou seja, o lançamento custou mais barato que o disco de dois anos antes. Essa situação aconteceu no período da manhã. Na madrugada seguinte minha amiga voltou para o Brasil.

4. Our Frank

Primeiro single de Kill Uncle. Quando o clipe estava para ser lançado em 1991 Morrissey recebeu acusações de racismo, como aconteceu em 2010 quando declarou que the Chinese are a subspecies” por causa dos maus tratos aos animais. Na trama aparece skinheads andando por Londres. Para evitar problemas o clipe foi retirado da compilação “The Malady Lingers On”.

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Também em 1991 a unidade da EMI no Japão lançou video single com três clipes da fase Kill Uncle. São eles: “Sing Your Life, “Sister, I’m Poet” e “Our Frank”.

5. Certain People I Know

A capa da versão em cd é diferente do formato 7”. Na primeira há foto conceitual. No segundo o layout fez homenagem a Marc Bolan e T-Rex.

 

6. Interlude

Única música gravada em parceria de Siouxsie Sioux, de Siouxsie And The Banshees. Quem possui a versão do single em vinil tem bilhete premiado da loteria em mãos. Reza lenda que no mercado paralelo ele é comercializado a preço de ouro por ser tiragem limitadíssima. A foto foi registrada por Roger Mayne, em 1957 e recebeu título Girl Jiving In Southam Street. A adolescente chama Eileen Sheekey.

7.1. World Of Morrissey

7.2. The Smiths – Sweet And Tender Hooligan

Os dois lançamentos trazem Cornelius Carr, lutador de boxe, na capa. A imagem abaixo foi registrada na época da compilação World Of Morrissey. O atleta também aparece no clipe de “Boxers”.

Um pouco de história. A expressão You Are The Quarry, nome do disco de 2004, é usada no boxe para indicar lutador fraco, algo como “você é o fracote”.

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Atenção a 2 minutos e 42 segundos do vídeo

8. Have-A-Go Merchant

Imagem retirada de Skinhead, primeiro livro documental do fotógrafo de moda Nick Knight, lançado em 1982. A ironia fica por conta de “All Because God Loved You”.

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9.1. Southpaw Grammar

 

9.2. Maladjusted

 

Em 2009 quando os dois discos foram relançados com novo layout e músicas extras Morrissey pediu aos fãs para não comprá-los. Ele não autorizou a gravadora realizar o trabalho e não recebeu royalty algum. Em março de 2011 ele conseguiu na justiça suspensão das vendas e retirada de ambos do mercado.

10. The Boy Racer

Segundo single de Southpaw Grammar, de 1995. Houve especulação de que o garoto da foto seria seu sobrinho, a mesma criança que lhe entrega Le Petit Prince no clipe de Suedehead. Apenas a primeira afirmação foi desmentida.

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Atenção aos 31 segundos e a 1 minuto do vídeo

11. I’m Throwing My Arms Around Paris

 

Fugindo do usual as opções de layout estão disponíveis para a contra capa do single. Três diferentes foram lançados. O primeiro traz os músicos do cantor segurando discos de Herb Alpert And The Tijuana Brass. No segundo eles “desaprovam” Greatest Hits, lançado um ano antes. E no terceiro Morrissey e banda aparecem em pêlo.

 

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12. Something Is Squeezing My Skull

Fã declarado dos Ramones, para capa de “Something Is Squeezing My Skull” o túmulo de Johnny Ramone serviu de locação. Em 2010, sexta-feira, 13 de agosto, Morrissey foi convidado pelo site The Quietus a listar os treze discos mais importantes de sua vida. Ramones, de 1976, ocupou a segunda posição.

A perspectiva do braço no peito de Johnny Ramone está errada, não está?

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 EXTRA 1: Nancy Sinatra – Let Me Kiss You

 

Originalmente a música foi lançada pelo cantor em You Are The Quarry. Morrissey e Nancy Sinatra, filha de Blue Eyes, são amigos de longa data e foram vizinhos durante anos em Los Angeles. Foi por seu intermédio que ela assinou contrato com Attack Records para lançar o single.

EXTRA 2: The Primitives

A banda surgiu em 1985, e lançou o primeiro disco apenas três anos depois. Vários singles confortaram a ausência de obra completa. “Stop Killing Me”, de 1987, tinha um fã em especial. É possível comprar a camiseta aqui.

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Infelizmente o clipe está incompleto

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Morrissey escreveu autobiografia, tarefa executada em três anos. Bem provável o lançamento ser em 2012. Também está pronto disco com inéditas esperando contrato com gravadora ser assinado. Pelo visto este ano promete para nós fãs. Tomara que não demore mais doze anos para ele voltar ao Brasil. Outras capas e histórias envolvem sua carreira, mas paro por aqui. Clique em História para contar* e MAIS História para contar* para ler o que já foi publicado sobre as capas do The Smiths.

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