"descapando" discos de rock, sempre em listas top 10 | por Ziegler, Zé Mário e Lex

Posts marcados ‘Ramones’

a dose_INDIE ACABOU?

 

NÃO. A ausência do podcast neste último mês foi porque estive enrolado em pendengas que ocuparam meu tempo por completo, como: mudança, questões burocráticas e financeiras a serem resolvidas, e problemas familiares envolvendo saúde. Desde o início, em 2009, nunca havia passado por período em que tivesse perdido o controle da situação como aconteceu agora. Aparentemente a rotina sinaliza voltar à normalidade. Assim espero. Para esta dose_INDIE resgatei alguns clássicos e acredito que dias melhores virão.

01 – Elvis Costello And
The Attractions – Mystery Dance

My Aim Is True, primeiro lançamento de Elvis Costello, foi gravado em única sessão de estúdio, e durou 24 horas. Muitos críticos consideram o disco “a estréia mais impressionante na história da música pop”. O quadriculado do layout de capa serviu de inspiração para o cabeçalho da dose_INDIE.

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02 – Devo – Uncontrollable Urge

Devo iniciou a carreira com pé direito. David Bowie, Iggy Pop, Brian Eno e Robert Fripp demonstraram interesse em produzir Q: Are We Not Men? A: We Are Devo!, disco de estreia. Eno foi o responsável por todo o trabalho. Bowie contribuiu apenas aos fins de semana porque as sessões de estúdio coincidiram com as gravações de Just A Gigolo. Um pouco de história. Robert Frigg foi o guitarrista titular em Heroes, obra de David Bowie, de 1977.

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03 – David Bowie – Suffragette City

Ziggy Stardust foi a personagem alienígena interpretada por David Bowie durante a fase The Rise And Fall Of Ziggy Stardust And The Spiders From Mars. Uma das fontes de inspiração foi o cantor inglês Vince Taylor que após colapso nervoso acreditava ser a reencarnação do bem e do mal.

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As outras duas referências envolvem o cowboy Stardust e Kansai Yamamoto, estilista que desenhou o figurino usado na turnê.

ziggy_stardust_kansai_yamamoto

Em 2004 o cantor Seu Jorge interpretou Pelé dos Santos, uma das personagens do filme A Vida Marinha Com Steve Zissou, dirigido por Wes Anderson. Para a trilha ele gravou catorze versões, em português, de músicas de David Bowie que aprovou o resultado e declarou: “Had Seu Jorge not recorded my songs in Portuguese I would never have heard this new level of beauty which he has imbued them with”.

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04 – X – Los Angeles

X surgiu como dupla formada por John Doe, baixista e vocalista, e Billy Zoom, guitarrista. Depois de alguns ensaios Doe convidou Exene Cervenka, sua namorada escritora e poetisa para dividir o vocal. Por último veio o baterista DJ Bonebrake. Los Angeles foi produzido por Ray Manzarek, tecladista de The Doors.

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05 – Sham 69 – Borstal Breakout

Banda punk inglesa que não obteve sucesso e projeção como aconteceu com Sex Pistols e Buzzcocks. Por outro lado o primeiro single, “I Don’t Wanna”, foi produzido por John Cale, de The Velvet Underground.

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O nome Sham 69 surgiu de grafite ilegível que o vocalista Jimmy Pursey viu em uma parede. O escrito original era “Walton & Hersham ‘69” que comemorava o título conquistado pelo time de futebol, no mesmo ano, em Atenas.

06 – Cockney Rejects – I Wanna Be A Star

A banda surgiu em 1978 e era formada pelos irmãos Jeff e Geggus Micky, Chris Murrell, no baixo, e Paul Harvey, na bateria. No ano seguinte, antes de gravar o single “I Wanna Be Star” e assinar contrato com gravadora, Murrell e Harvey foram substituídos por Vince Riordan e Andy Scott.

07 – Buzzcocks – I Don’t Mind

O nome do disco Another Music In A Different Kitchen foi inspirado em obra de Linder Sterling chamada Housewives Choosing Their Own Juices In A Different Kitchen. A ideia original para o layout de capa seria usar imagem de uma saladeira cheia de olhos. O resultado não foi aprovado por Steve Diggle e John Maher que o consideraram apelativo.

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08 – Ramones – Oh Oh I Love Her So

Depois que chegou às lojas, em 1977, algumas críticas a Leave Home diziam que ele era mais do mesmo de Ramones, lançado um ano antes. Os fãs mais fervorosos não concordam, mas não há exagero na afirmação. As músicas dos dois discos foram escritas na mesma época e gravadas em períodos diferentes. Veja o que Johnny Ramone declarou sobre o assunto: We recorded them in the order they were written; we wanted to show a slight progression in song structure.”

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09 – The Clash – Spanish Bombs

Pennie Smith, autora do registro de Paul Simonon destruindo o baixo, não queria que fosse escolhida aquela foto porque ela está fora de foco. Já Joe Strummer não teve dúvida quando a viu. Com a ajuda do designer Ray Lawry e usando Elvis Presley, homônimo disco de estreia do rei do rock, surgia a lendária capa de London Calling.

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Mais um pouco de história. The Clash realizou apresentação em Nova Iorque em 21 de setembro de 1979. Tudo aconteceu dentro do esperado, menos para Paul Simonon. Sobre o assunto ele declarou: “The show had gone quite well, but not for me. It just wasn’t working well, so I suppose I took it out on the bass. If I was smart, I would have got the spare bass and used that one, because it wasn’t as good as the one I smashed up.”

Desde 2009 o baixo Fender Precision destruído está em exposição no Rock and Roll Hall of Fame, de Cleveland.

10 – Hüsker Dü – Pink Turns To Blue

Com Zen Arcade Hüsker Dü incorporou elementos de jazz, psicodelia, folk, pop e piano à sonoridade hardcore característica desde o início de carreira. A obra é conceitual. Conta a história de um garoto que foge de casa por estar insatisfeito com a rotina doméstica. Ele descobre que a vida “lá fora” ainda é pior.

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11 – Siouxsie And The Banshees – Trophy

Após a turnê de Join Hands a banda teve baixa de guitarrista e baterista originais. Em Kaleidoscope foi a primeira vez que sintetizadores e drum machine foram incorporados às músicas. O lançamento do disco marcou a entrada do guitarrista John McGeoch e de Budgie, ex-baterista de The Slits e futuro marido de Siouxsie Sioux.

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12 – The Cure – Plastic Passion

Na contracapa de Three Imaginary Boys, disco de estreia de The Cure, os nomes das músicas foram representados por imagens. Para a capa de Boys Don’t Cry, disco que conta com oito das treze faixas originais de Three Imaginary Boys, a imagem escolhida foi a da música “Fire On Cairo.”

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Histórias de MORRISSEY

“…I am a simple man, not much to gain or lose…”

Desde 2000 uma das lembranças que mantenho viva da apresentação de Morrissey em São Paulo é a da música “A Swallow On My Neck”. Ela foi lançada no lado b do single Sunny e pouquíssimas vezes interpretada ao vivo. Doze anos depois espero ser surpreendido novamente durante o show que assistirei domingo. Com certeza será uma celebração.

Dia 6, terça-feira, a dose_INDIE completou três anos. Para evitar excesso de comemoração em apenas um post a de hoje será Histórias de MORRISSEY, abordando os layouts de seus discos. Preparei mesmo esquema como as duas edições com as capas do The Smiths*. Não as melhores e sim as que têm histórias. O podcast será publicado sábado.

1. Viva Hate

 

Primeiro disco-solo lançado em março de 1988. Apenas a edição em vinil distribuída na Austrália veio com nome Education In Reverse. A justificativa foi erro de digitação. Em 1997 a EMI relançou o trabalho como parte das festividades de seu centenário. Foram incluídas oito músicas sobras de estúdio da época e nova capa. Dia 26 deste mês o disco será relançado mais uma vez. Ele foi remasterizado por Stephen Street, produtor original e virá com “Treat Me Like A Human Being”, escrita em parceria de Chrissie Hynde, dos Pretenders.

 

2. The Last Of The Famous International Playboys

Pequeno Mozz aos sete anos de idade brincando em árvore de Chorlton-on-Medlock, Sudoeste de Manchester.

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Em 1987 Harvey Keitel não autorizou uso de sua imagem para ser capa de Strangeways, He We Come, último disco de estúdio do The Smiths, mas permitiu usá-la na divulgação da turnê de 1991. Imagem de fundo de palco foi uma das aplicações, como na apresentação acima que faz parte do home video Live In Dallas.

3. Bona Drag

 

Foto capturada do clipe “November Spawned A Monster”, de 1990. Em 2010 o disco foi relançado com seis sobras de estúdio e a cor da camisa voltou ao tom original.

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Atenção aos 4 minutos e 15 segundos do vídeo

Um pouco de história. Talvez o meu cd Bona Drag seja o primeiro do Brasil. Uma amiga da época da escola de inglês viajou para Londres em 1990 e sua volta coincidiria com a data de lançamento do disco. Perguntei se ela aceitava “encomenda” e ela disse sim desde que eu entregasse o dinheiro. Comprei as libras e pedi também Viva Hate. O meu era em vinil. Um dia antes do retorno ela foi “às compras” e achou pequena loja. O proprietário veio ao seu encontro e ela entregou meu bilhete com os nomes dos discos. Um ele disse que tinha (Viva Hate, de 1988). O outro ele comentou que precisava verificar porque havia chegado pacote com as encomendas da semana, mas ainda estava fechado. Ele pediu para ela aguardar e depois de alguns minutos apareceu com Bona Drag na mão. Como o cd não estava cadastrado ele cobrou o mesmo valor da nota, ou seja, o lançamento custou mais barato que o disco de dois anos antes. Essa situação aconteceu no período da manhã. Na madrugada seguinte minha amiga voltou para o Brasil.

4. Our Frank

Primeiro single de Kill Uncle. Quando o clipe estava para ser lançado em 1991 Morrissey recebeu acusações de racismo, como aconteceu em 2010 quando declarou que the Chinese are a subspecies” por causa dos maus tratos aos animais. Na trama aparece skinheads andando por Londres. Para evitar problemas o clipe foi retirado da compilação “The Malady Lingers On”.

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Também em 1991 a unidade da EMI no Japão lançou video single com três clipes da fase Kill Uncle. São eles: “Sing Your Life, “Sister, I’m Poet” e “Our Frank”.

5. Certain People I Know

A capa da versão em cd é diferente do formato 7”. Na primeira há foto conceitual. No segundo o layout fez homenagem a Marc Bolan e T-Rex.

 

6. Interlude

Única música gravada em parceria de Siouxsie Sioux, de Siouxsie And The Banshees. Quem possui a versão do single em vinil tem bilhete premiado da loteria em mãos. Reza lenda que no mercado paralelo ele é comercializado a preço de ouro por ser tiragem limitadíssima. A foto foi registrada por Roger Mayne, em 1957 e recebeu título Girl Jiving In Southam Street. A adolescente chama Eileen Sheekey.

7.1. World Of Morrissey

7.2. The Smiths – Sweet And Tender Hooligan

Os dois lançamentos trazem Cornelius Carr, lutador de boxe, na capa. A imagem abaixo foi registrada na época da compilação World Of Morrissey. O atleta também aparece no clipe de “Boxers”.

Um pouco de história. A expressão You Are The Quarry, nome do disco de 2004, é usada no boxe para indicar lutador fraco, algo como “você é o fracote”.

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Atenção a 2 minutos e 42 segundos do vídeo

8. Have-A-Go Merchant

Imagem retirada de Skinhead, primeiro livro documental do fotógrafo de moda Nick Knight, lançado em 1982. A ironia fica por conta de “All Because God Loved You”.

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9.1. Southpaw Grammar

 

9.2. Maladjusted

 

Em 2009 quando os dois discos foram relançados com novo layout e músicas extras Morrissey pediu aos fãs para não comprá-los. Ele não autorizou a gravadora realizar o trabalho e não recebeu royalty algum. Em março de 2011 ele conseguiu na justiça suspensão das vendas e retirada de ambos do mercado.

10. The Boy Racer

Segundo single de Southpaw Grammar, de 1995. Houve especulação de que o garoto da foto seria seu sobrinho, a mesma criança que lhe entrega Le Petit Prince no clipe de Suedehead. Apenas a primeira afirmação foi desmentida.

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Atenção aos 31 segundos e a 1 minuto do vídeo

11. I’m Throwing My Arms Around Paris

 

Fugindo do usual as opções de layout estão disponíveis para a contra capa do single. Três diferentes foram lançados. O primeiro traz os músicos do cantor segurando discos de Herb Alpert And The Tijuana Brass. No segundo eles “desaprovam” Greatest Hits, lançado um ano antes. E no terceiro Morrissey e banda aparecem em pêlo.

 

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12. Something Is Squeezing My Skull

Fã declarado dos Ramones, para capa de “Something Is Squeezing My Skull” o túmulo de Johnny Ramone serviu de locação. Em 2010, sexta-feira, 13 de agosto, Morrissey foi convidado pelo site The Quietus a listar os treze discos mais importantes de sua vida. Ramones, de 1976, ocupou a segunda posição.

A perspectiva do braço no peito de Johnny Ramone está errada, não está?

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 EXTRA 1: Nancy Sinatra – Let Me Kiss You

 

Originalmente a música foi lançada pelo cantor em You Are The Quarry. Morrissey e Nancy Sinatra, filha de Blue Eyes, são amigos de longa data e foram vizinhos durante anos em Los Angeles. Foi por seu intermédio que ela assinou contrato com Attack Records para lançar o single.

EXTRA 2: The Primitives

A banda surgiu em 1985, e lançou o primeiro disco apenas três anos depois. Vários singles confortaram a ausência de obra completa. “Stop Killing Me”, de 1987, tinha um fã em especial. É possível comprar a camiseta aqui.

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Infelizmente o clipe está incompleto

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Morrissey escreveu autobiografia, tarefa executada em três anos. Bem provável o lançamento ser em 2012. Também está pronto disco com inéditas esperando contrato com gravadora ser assinado. Pelo visto este ano promete para nós fãs. Tomara que não demore mais doze anos para ele voltar ao Brasil. Outras capas e histórias envolvem sua carreira, mas paro por aqui. Clique em História para contar* e MAIS História para contar* para ler o que já foi publicado sobre as capas do The Smiths.

deu NA TRAVE

No último domingo, 26 de fevereiro, RIO, filme que teve trilha sonora assinada por Sérgio Mendes e Carlinhos Brown, perdeu estatueta do Oscar para a insossa “Man or Muppet”, da Disney. INJUSTIÇA ou não ainda não foi dessa vez. Em 1995 Saturday Morning: Cartoons’ Greatest Hits, compilação formada por verdadeira seleção indie, reuniu os temas de abertura de desenhos animados clássicos e programas infantis. A dose_INDIE rola a bola e emplaca bons momentos. Nada de perna-de-pau.

01 – Ramones – Spiderman

Praticamente todas as músicas foram gravadas com exclusividade para Saturday Morning. Poucas haviam sido lançadas anteriormente e reaproveitadas para o disco. “Spiderman”, de 1992, foi bonus track de Mondo Bizarro.

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02 – The Reverend Horton Heat
Jonny Quest And Stop That Pigeon

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03 – Sublime – Hong Kong Phooey

Por outro lado o sucesso da compilação aqueceu as vendas para alguns artistas. “Hong Kong Phooey” entrou para Everything Under The Sun – The Best Of Sublime.

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04 – Juliana Hatfield And Tanya Donnelly
Josie And The Pussycats

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05 – Violent Femmes – Eep Opp Ork Ah-Ah

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06 – Liz Phair – The TraLa La Song

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07 – Tripping Daisy – Friends And Sigmund
And The Seamonsters

Comparada aos discos anteriores a banda evoluiu sem abandonar as referências psicodélicas dos anos 60. “Friends/ Sigmund And The Seamonsters” está em edição limitada de Jesus Hits Like The Atom Bomb.

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08 – Matthew Sweet
Scooby Doo Where Are You!

Quando Saturday Morning foi lançado críticos consideraram a versão de Matthew Sweet para “Scooby Doo Where Are You?” uma das melhores músicas da compilação.

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09 – Mary Lou Lord With Semisonic
Sugar Sugar

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10 – Sponge – Go Speed Racer Go

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11 – Face To Face – I’m Popeye The Sailor Man

Punk It! 2007! Deluxe conta com versões inusitadas de “We Are The World”, “Like A Virgin”, “Dancing Queen” entre outras. “I’m Popeye The Sailor Man”, de Face To Face também está presente.

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12 – Helmet – Gigantor

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Essa foi a primeira vez que usei apenas um disco para definir todo set list. Por ser compilação ficou fácil ter boa variedade de ritmos entre as músicas. Tentei disponibilizar para download o vídeo completo Saturday Morning: Cartoons’ Greatest Hits. No total são 18 clipes. Como o arquivo ficou com mais de 1Gb não carregou no 4 shared. Para conhecer as edições anteriores da dose_INDIE e Dez Capas clique aqui. Até sexta que vem.

dropZ #1: Google Street View

O jovem Sean Yeaton, da revista Vice, selecionou dez lugares icônicos que serviram de cenário para a arte de alguns álbuns do mundo da música. Em seguida, encontrou o melhor ângulo das imagens para que elas ficassem combinadas com as capas dos álbuns. Algumas foram fáceis de encontrar, como a do disco “Abbey Road”, dos Beatles, ou a do “461 Ocean Boulevard”, de Eric Clapton. Já outras deram trabalho para Yeaton, como “After The Gold Rush”, de Neil Young.

Abbey Road – The Beatles

(What’s The Story) Morning Glory? – Oasis

Animals – Pink Floyd

Ramones – Ramones

After The Gold Rush – Neil Young

The Freewheelin’ – Bob Dylan

461 Ocean Boulevard – Eric Clapton

Dressed To Kill – Kiss

Willy And The Poor Boys
Creedence Clearwater Revival

Paul’s Boutique – The Beastie Boys

Fonte: Olhar Digital

Efeito Marty McFly

Você já viu algum filme da trilogia De Volta para o Futuro, de Robert Zemeckis? Pois bem temos o nosso herói Marty McFly, interpretado por Michael J. Fox, que viaja no tempo e dependendo de suas ações acaba alterando a história da sua vida, pais e amigos.

Isso é divertidamente demonstrado através da brincadeira das fotos, onde um determinado personagem some do papel por conta de alguma cagada do Marty.
O lance aqui é mais ou menos isso, imagine se John Lennon, Elvis, Kurt e tantos outros tivessem uma pontinha no filme!!

Jean-Marie Delbes e Hatim El Hihi são os designers responsáveis pela ideia. Vamos às dez mais criativas:

John Lennon & Yoko Ono

Não só perdeu o maridão como o beijo ficou no vácuo. Mas no final das contas deram um nariz bonitinho pra ela.

Ramones

Tommy Ramone, ou Tom Erdélyi, é o único integrante ainda vivo da formação original dos Ramones.

The Beatles

Na capa original Paul está morto, agora depois que Lennon e Harrison se foram, ele aparece vivo! Que coisa!!

New York Dolls

Aqui é fim de festa MESMO!…precisou até de um novo sofá para refazer a capa.

Johnny Thunders

E a cadeira lamenta: So Alone!

The Beach Boys

Agora sim está mais viável um surf coletivo!

Elvis Presley

A carreira solo do baixista que acompanhava o Elvis

AC/DC

Bon Scott quase nem aparece na foto original, veio correndo pro click e soltou o sorrisão.

Nirvana

Kurt como um “espírito” ainda deixou sua sombra na camisa do Novoselic.
Abaixo a antológica apresentação do Nirvana no Hollywood Rock de 1993. Eu estava lá e xinguei a quinta geração do Kurt. Infelizmente ele chegou somente na segunda.

The Doors

Jim Morrison foi a falência com seu hotel cobrando apenas $2,50 a diária. Resultado: foi demitido.

Sexta-feira TREZE

Em agosto de 2010, numa sexta-feira TREZE, Morrissey foi convidado pelo site The Quietus para listar os treze discos mais importantes de sua vida. Os editores explicaram porque escolheram o cantor: “Steven Patrick Morrissey is at heart a music fan like you and I.” Alguns críticos estranharam a não-presença de obra do The Smiths. Na minha opinião ele agiu certo, afinal o universo da música é maior que nosso próprio umbigo. Desde a primeira dose_INDIE repeti música apenas uma vez e foi por bom motivo. Hoje esse número sobe para 6.

01 – New York Dolls – New York Dolls – 1973

01.1 – New York Dolls – Looking For A Kiss*

O primeiro contato de Morrissey com a banda foi através do programa de televisão Old Grey Whistle Test, em 1973. Ele declarou: “the first emotional experience of my life.”

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02 – Ramones – Ramones – 1976


02.1 – Ramones – Judy Is A Punk*

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Em 2009 Morrissey homenageou Johnny Ramone e fotografou a capa do single “Something Is Squeezing My Skull” em seu túmulo.

03 – Patti Smith – Horses – 1976


03.1 – Patti Smith – Redondo Beach*

“The Hand That Rocks The Cradle”, lançada no homônimo disco de estréia, foi a primeira música que o The Smiths escreveu junto. Na letra há citações dos escritores que mais influenciaram Morrissey, como Shelagh Delaney, Al Jolson, Thomas Gray, e trechos que remetem a “Kimberly”, música de Patti Smith presente em Horses.

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04 – Nico – Chelsea Girl – 1967

04.1 – Nico – I’ll Keep It With Mine

Opinião do cantor sobre Nico: “On the flipside of happy, Nico net caught me early. Her voice equalled the sound of a body being thrown out of a window – entirely with out hope, of this world, or the next, or the previous. Onstage, she moved like a big bleak creaking house, never once altering the direction of her eyes. I am in love. Her harmonium heaves and swells like crashing waves answering each other. If Nico could’ve laughed, she would’ve. But she couldn’t, so she didn’t.”

“I’ll Keep It With Mine” é cover de Bob Dylan gravada originalmente em 1961.

05 – Iggy And The Stooges – Raw Power – 1973

05.1 – Iggy And The Stooges – Search And Destroy

“I’m a street walking cheetah
with a heart full of napalm
I’m a runaway son of the nuclear A-bomb
I am a world’s forgotten boy
the one who searches and destroys
honey gotta help me please
somebody gotta save my soul
baby detonates for me…”

06 – Sparks – Kimono My House – 1974

06.1 – Sparks – Equator

Em 2004 Morrissey fez a curadoria do Meltdown Festival. Sparks foi uma das bandas convidadas. Na ocasião eles interpretaram Kimono My House e Lil Beethoven na íntegra.

07 – The Velvet Underground – White Light White Heat – 1968

07.1 – The Velvet Underground – White Light White Heat*

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08 – The Velvet Underground – The Velvet Underground And Nico – 1967

08.1 – The Velvet Underground – Femme Fatale

Sobre a banda nas palavras do cantor: “Talking of the modern poet in modern music and listening to Lou Reed as a part of The Velvet Underground, we are really listening to the WH Auden of the modern world. Once again, not existing in print poetry but in recorded noise.”

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09 – Roxy Music – For Your Pleasure – 1973


09.1 – Roxy Music – Editions Of You

Discussões e diferenças musicais foram elementos constantes na gravação de For Your Pleasure, tanto que Brian Eno saiu da banda depois que o disco chegou as lojas. Por outro lado essas divergências resultaram excelentes momentos, como em “Edition Of You” em que o som dos sintetizadores produziu texturas inovadoras para os padrões de 1973.

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10 – Damien Dempsey – Seize The Day – 2004


10.1 – Damien Dempsey – Jar Song

“I’m the world’s biggest Damien Dempsey fan, but every night he kept saying exactly the same things onstage. So one night I met him walking offstage and jumped on his back. He enjoyed that and so did I.”

11 – Smoking Popes – Born To Quit – 1995


11.1 – Smoking Popes – Need You Around*

Born To Quit é o segundo disco da banda de Chicago. Josh Caterer carregou nas referências vocais ao cantor inglês e deu certo tanto que Morrissey declarou: “Did you ever hear Born To Quit? It’s by the Smoking Popes. I thought that album was extraordinary, the most lovable thing I’d heard in years.”

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12 – Jeff Buckley – Grace – 1995

12.1 – Jeff Buckley – Last Goodbye

Talvez Grace tenha entrado na lista de preferidos de Morrissey em homenagem póstuma. Jeff Buckley era fã declarado do The Smiths e sempre tocava “The Boy With The Thorn In His Side” e “I Know It’s Over” em seus shows. Essa última lançada na compilação So Real: Songs From Jeff Buckley.

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13 – Jobriath – Jobriath – 1973

13.1 – Jobriath – Rock Of Ages

A fase Ziggy Stardust, de David Bowie, foi a referência para o visual andrógino de Jobriath. Com isso ele recebeu o apelido de “a fada do rock”. Em 1973, semanas antes de seu disco de estréia chegar as lojas, a gravadora espalhou vários outdoors na Times Square em que o cantor aparecia nu.

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FELIZMENTE a fase de má qualidade de áudio do podcast acabou. As músicas marcadas com (*) são as repetidas que mencionei no começo do post. Para conhecer as edições anteriores clique aqui. Até sexta que vem.

Carros e capas

CAPAS DE DISCOS E CARROS – POR ZÉ MÁRIO

Olá pessoal, bom dia, e boa sexta – feira a todos!

Dentro das coisas que mais gosto estão a música, o design e carros. E não há nada melhor para falar sobre estes três q não seja capas de discos com carros.

O meu maior trabalho foi escolher só dez capas, mas de qualquer maneira, vamos lá sem muita delongas:

Seria quase um crime falar de capas de discos com carro e não falar de Roberto Carlos. Ele é apaixonado por carros e já fez um filme inclusive, o a 300 km/h. Como a entrada do filme rola de fundo a música “Eles estão surdos”, resolvi colocá-la, com ele dirigindo um dodge Charger RT 1971 nacional:

O estilo que esta capa foi desenhada se chama LOWBROW, um movimento artístico underground que surgiu em Los Angeles – Califórnia na década de 70. Suas origens vem do hq, punk, hot rods e pin ups. A origem do estilo é atribuída aos cartunistas  Robert Williams e Gary Panter. Esta capa do Ramones foi feita neste estilo, bem como o clipe da música I Don’t want grow up:

ZZ top sempre usou carros na criação de suas capas, e em especial a Eliminator, com um hot rod ford coupé 1933 com o mesmo nome do disco, que se encontra agora no Rock and Roll Hall of Fame. Vamos ver o clipe  “Gimme all you lovin” com o eliminator em ação:


Herb Alpert & The Tijuana Brass – foi fundador da A&M records, durante sua carreira lançou cinco singles e vinte e oito álbuns na billboard. Infelizmente não consegui descobrir qual carro foi usado nesta capa, mas ela é sensacional. Ouça a musica “A taste of honey” de 1967:

Os canadenses do Steppenwolf são os queridinhos de motoqueiros, mas sua música born to be wild entrou na mente da criançada dos anos 80/90 através do jogo Rock’n roll racing. Pra quem não lembra, veja. Eu mesmo lembro nitidamente dese jogo:

Esta capa do Aerosmith é sensacional. Como havia dito em outro post, essa é uma das minhas bandas preferidas. dese álbum, vamos ouvir o terceiro single o Janes gotta a gun:

Eu não conhecia esta cantora até a pesquisa que levantei para este post. Achei a capa desse disco simples e bonito, com ela prestes a saltar do capo de um Mercury Cougar. ao buscar um vídeo para o post, achei essa música dela que é muito boa, com a print de oura capa de disco dela, com carro também:

Ao achar esta capa, pensei que era de algum rapper mais excêntrico, mas mantendo alguns elementos básicos, como mulheres e carros superesportivos. Ao achar uma faixa do disco, decobri é uma banda de metal, com um gosto parecido com de rappers para capas, rsrsr. Oficialmente o disco ainda será lançado no próximo dia 16. Ouçam entãoa novissima faixa back for more:

O Lemonheads foi uma banda indie que fez sucesso no início dos anos 90, e uma das músicas mais famosas que eles lançaram foi uma regravação da música  Mrs. Robinson, da dupla Simon & Garfunkel. Em sua capa, há um popular chevrolet Bel air vinho. Vamos de Mrs. Robinson:

Para fechar este post de hoje em grande estilo, nada melhor que um rockabilly e uma capa com uma kombi. Johnny and the Hurricanes foi uma banda formada em Ohio, e ficaram famosos por fazer uma versão instrumental da música folclórica Red River Valley, mas sob o nome de Red River Rock. Vejam ela ao vivo:

Por hoje é só pessoal. Até mais e dêem follow no meu twitter: z_e__mario e curtam a fan page do dezcapas no facebook

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