"descapando" discos de rock, sempre em listas top 10 | por Ziegler, Zé Mário e Lex

Posts marcados ‘The Rakes’

“ACELERA…”

Domingo passado com o início a temporada 2012, meu querido e atento Rochinha me passou a dica que definiu o tema dessa semana. Rubinho Barrichello está traçando novo caminho à sua carreira de piloto. Contratado pela empresa KV agora ele disputa pela Fórmula Indy. Como parte de divulgação de sua nova empreitada no spot de rádio ele diz em alto e bom som que é INDY. Musicalmente falando PIADA PRONTA, né? Aproveitando toda velocidade que a competição automobilística exige a dose_INDIE acelerou o ritmo.

01 – Good Shoes – All In My Head

Banda formada pelos irmãos Rhys, guitarra e vocal; Tom, bateria; e mais dois amigos de infância que completam baixo e segunda guitarra. No início depois que participaram de festival promovido por revista de música assinar contrato com gravadora foi o passo seguinte. Clipe dirigido por Michel Gondry.

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02 – Correcto – Do It Better

Danny Saunders cantava em pubs de Glasgow quando recebeu convite de Richard Wright, guitarrista, para formar a banda. Will Bradley, de Life Without Buildings, assumiu a bateria. Quando assinaram contrato com gravadora Paul Thompson, de Franz Ferdinand, assumiu as baquetas e Patrick Doyle, de Royal We, o baixo.

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03 – Hot Hot Heat – No Not Now

Na ativa desde 1999 a grande virada aconteceu dois anos depois quando Steve Bays, tecladista, assumiu os vocais. Make Up The Breakdown carrega nas referências retrô, como se tivesse sido agravado em 1981 e descoberto recentemente. Sem parecer datado.

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04 – Maxïmo Park – The Coast Is Always Changing

Maxïmo Park é referência a Máximo Gómez y Báez, major-general na Guerra dos Dez Anos (1868-1878) e comandante militar em Cuba na guerra pela indepedência do país (1895-1898). A Certain Trigger aborda as alegrias e frustrações de ser adolescente em Newcastle, ao Norte da Inglaterra. As principais referências são The Jam, XTC, Wire e The Smiths.

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05 – The Rakes – 1989

Klang, palavra em alemão, é o nome mais apropriado para o terceiro disco que foi gravado em Berlim. A cada lançamento a banda vem aperfeiçoando suas músicas. “1989” serve de alívio aos fãs acostumados a sonoridade da primeira fase.

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06 – The Libertines – Vertigo

Quando surgiu a banda disputou reconhecimento com White Stripes, The Vines, Doves, The Hives, entre outras. Alguns críticos consideraram Up The Bracket a “resposta inglesa” para Is This It, de The Strokes. O disco teve produção artística de Mick Jones, ex-The Clash e Big Audio Dynamite.

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07 – The Black Keys – Strange Times

Attack & Release, de 2007, foi produzido por Danger Mouse. A ideia original seria gravar o disco todo em parceria de Ike Turner. Infelizmente o músico morreu no mesmo ano.

08 – Kasabian – Fast Fuse

As influências de Stone Roses, Happy Mondays e Oasis nos singles lançados no começo dos anos 2000 são evidentes. O nome da banda é referência a Linda Kasabian, integrante da quadrilha de Charles Manson, responsável pelo assassinato da atriz Sharon Tate, em 1969.

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09 – The Futureheads – Beginning Of The Twist

Paralelo à banda Barry Hyde, vocal e guitarra, e Pete Brewis, baterista, desenvolvem projeto social em Sunderland chamado City Detached Youth Project que tem objetivo de iniciar crianças menos favorecidas à música.

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10 – Primal Scream – Can’t Go Back

Beautiful Future, de 2008, foi o último disco de inéditas. Na sequência teve início a turnê Screamadelica que passou pelo Brasil. “Can’t Go Back” foi escrita e gravada em parceria de Kevin Shields, de My Bloody Valentine.

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11 – Toadies – I’m Not In Love

Música de Talking Heads, “I’m Not In Love” foi gravada por Toadies para trilha do filme Basquiat, de 1996. Em sua história a troca de músicos foi constante. Quando a banda encerrou atividades em 2001 o único integrante original era o vocalista Tod Lewis.

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OBRIGADO Rochinha por me ajudar a definir o setlist. Para conhecer as edições anteriores da dose_INDIE e Dez Capas clique aqui. Até sexta que vem.

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dose_INDIE COQUETEL

O Dez Capas têm novidades. Zig, Zé e eu, além dos nossos posts oficiais, faremos pequenas participações nos demais dias da semana. Abordaremos assuntos relacionados à música e o que for relevante no momento. Aproveitando que começou a ser vendido os ingressos para o show do Morrissey em São Paulo, para minha primeira escrevi sobre a imagem de divulgação da turnê que mostra o cantor com um gato na cabeça. As músicas dessa dose_INDIE celebram COQUETEL, nome de minhas inserções fora da sexta-feira.

01 – Lowline – Lost Touch

O disco de estréia foi lançado em 2011. A banda dedicou o ano anterior inteiro à sua produção, tanto que todos os integrantes moravam juntos num velho galpão, em Manchester. Oasis e Joy Division foram a trilha desse período.

02 – The Cinematics – Break

A banda existe desde 2003, e demorou quatro anos para começar a ter projeção. Depois da turnê européia com The Editors, o contrato com gravadora foi assinado. The Cure e Echo And The Bunnymen são as referências.

03 – The Rakes – Retreat

“22 Grand Job” foi o single responsável pelo sucesso de The Rakes no mundinho indie. A lenda urbana diz que a banda surgiu em vôo de Londres para Amsterdam, durante conversa informal para passar o tempo. A história mais convincente é a que eles são amigos desde infância.

04 – Black Rebel Motorcycle Club – Berlin

Quando Baby 81 chegou às lojas houve expectativa se agradaria tanto quanto Howl, lançado dois anos antes. Alguns críticos o consideraram mais do mesmo. A eterna comparação ao Jesus And Mary Chain não foi superada.

05 – Pink Grease – Fever

Antes de assumirem definitivamente o nome atual, a banda chamava Buttfuckers. Suas músicas são definidas como punk disco, mais equipamentos analógicos. Há edição de luxo do disco This Is For Real com DVD que registra os bastidores da turnê The Nasty Show.

06 – Relaxed Muscle – Sexualized

Pode não parecer, mas acima da palavra Muscle, na capa do disco, é Jarvis Cocker do Pulp. Relaxed Muscle foi projeto que ele desenvolveu com Richard Hawley. O uso de maquiagem e roupa com desenho de esqueleto humano foram propositais para “manter secreta” sua identidade.

07 – Vatican DC – Antisocial

Banda irlandesa formada por Steve (?) nos vocais; Daniel Lindegren, guitarra base; Chris Gentry, segundo guitarrista; Luca Spoto, no baixo e baterista Tal Amiran. A melhor definição para o som que eles fazem foi The Libertines on Viagra.

08 – The Hong Kong – Galaxies

As oito músicas do EP de estréia Rock The Faces duram menos de trinta minutos. Tempo suficiente para a banda mostrar o que sabe fazer de melhor, e curto suficiente para deixar vontade de querer ouvir mais.

09 – White Rose Movement – Love Is A Number

Desde que o single “Love Is A Number” foi lançado, a soma é simples: dance punk + electro + Depeche Mode = White Rose Movement. Neste período a banda fazia os shows de abertura de Pink Grease.

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dropZ e Hidden Track são os projetos desenvolvidos pelo Zig e Zé. Nossa intensão é preencher todos os dias da semana com conteúdo inédito. O blog ficará mais interessante para quem lê. Tendo em mente a ideia de “ajudar a passar o tempo” escolhi o nome COQUETEL como referência ao simpático livrinho de palavras cruzadas. Para conhecer as edições anteriores da dose_INDIE e Dez Capas clique aqui. Até sexta que vem.

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